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segunda-feira, 21 de março de 2016

Parafilias podem ser mais comuns do que se pensa

Gostos sexuais incomuns podem não ser uma exceção de fato - quase metade da população parece interessada em atos sexuais considerados anormais.

O estudo da University of Quebec descobriu que 500 em 1.000 entrevistados expressaram interesses em atividades sexuais “anormais”, conhecidas como parafilia.

Em particular, as pessoas andam interessaras em fetichismo (um foco em objetos específicos, partes não erógenas do corpo, etc), masoquismo (passar por humilhação ou sofrimento), voyeurismo (observar pessoas transando) e frotteurismo (tocar em indivíduos sem o seu consentimento).

Dos entrevistados, 19% estavam interessadas em masoquismo (como nas práticas retratadas em romances como 50 Tons de Cinza). Garantimos que a leitura fará você corar.

Outros 35% disseram que estavam interessados em voyeurismo e 26% em frotteurismo.

O professor Christian Joyal, da University of Quebec diz: “Em geral, quase metade dos nossos participantes estava interessada em pelo menos um tipo de comportamento sexual considerado anômalo; um terço dos participantes (33%) já havia experimentado um destes comportamentos ao menos uma vez”.

Esses fatos sugerem que precisamos saber quais práticas sexuais são normais antes de rotulá-las como anômalas.

“Alguns interesses parafílicos são muito mais comuns do que as pessoas imaginam, não só em termos de fantasias, mas também em termos de desejos e comportamentos”.

Texto extraído do blog: http://robwaugh74.tumblr.com/

sábado, 5 de março de 2016

Masturbação Feminina ainda é Tabu

Hoje em dia,  se fala muito em liberdade sexual feminina, mas o que os dados mostram é na prática a coisa é bem diferente. 

Essa discrepância entre o discurso e prática foi mostrada em uma pesquisa de 2008 realizada e dirigida pela coordenadora do Prosex (Programa de Estudos em Sexualidade) da USP (Universidade de São Paulo), Carmita Abdo, onde mais de 8 mil pessoas em dez capitais brasileiras responderam a questões ligadas a sexualidade. A pesquisa que constatou que cerca de 53% das mulheres brasileiras solteiras, entre 18 e 25 anos, nunca se masturbaram, sendo que na mesma faixa etária e estado civil, apenas 4,2% dos homens responderam que nunca haviam se masturbado.  

Segundo a pesquisadora, independente da faixa etária ou do estado civil, a masturbação feminina comparada a masculina é significativamente menor.  O contato com o próprio corpo é tão proibitivo para as mulheres brasileiras, segundo a coordenadora da pesquisa, que mesmo procedimentos de saúde em que a mulher precisa entrar em contato com o seu genital não são aceitos com tranquilidade. Carmita cita, por exemplo, o tratamento com creme vaginal, a camisinha feminina e até o absorvente íntimo.Segundo ela, a mulher brasileira é culturalmente não está acostumada a se tocar e uma das provas disso foi a resistência inicial ao autoexame das mamas.

A pesquisadora usa a expressão ‘sacrossanta genitália’ para explicar por que esse toque na vagina é tão carregado de contextos culturais, históricos, morais e religiosos. “Parece uma situação de resguardo, para que num relacionamento a dois ela possa então permitir esse contato”, diz. Entretanto, aponta algo que poderia ser considerado uma contradição caso a sociedade não fosse machista: “ela não se toca, mas deve dar livre acesso para o seu parceiro”. Carmita ressalva que esse resguardo é pouco consciente. “Ela não está pensando isso – ‘não masturbo porque tenho que guardar’ -, essa mensagem é transmitida ativamente de geração para geração”. E acentua: “a mulher consegue se libertar um pouco mais na maturidade”. Tanto é que é entre as divorciadas na faixa etária entre 41 e 50 anos e 51 e 60 anos que aparecem os menores índices de mulheres que nunca se masturbaram: 26,6% e 14,7%, respectivamente. “Nota-se também que as mulheres separadas tem uma tendência à masturbação um pouco maior que as casadas e as solteiras. Elas se ressentem mais da necessidade do sexo”, avalia.


Para Carmita, a masturbação é importante para o homem e para a mulher. Segundo ela, é um boa fonte de autoconhecimento da sexualidade.  A carga cultural influencia não só o autoconhecimento da sexualidade feminina como funciona como impeditivo de verbalizar para o parceiro o que se deseja. “Mesmo quando ela é acessada, muitas vezes não solicita a continuidade de um estímulo positivo”, afirma. Carmita Abdo observa que conhecer o próprio desejo não é tudo. “Tem que ter também uma disposição para apresentar o que quer, o que excita”, conclui. 

A coordenado da pesquisa ‘Mosaico Brasil’ aborda ainda outras duas questões que se relacionam ao tema da masturbação. A primeira é a própria anatomia feminina que não facilita o acesso tanto quanto a masculina. “O homem tem condição de se tocar com muito mais discrição que a mulher. A menor acessibilidade ao genital também influencia”. Outra é como a genitalidade é algo muito mais premente na sexualidade masculina. “Toda a ação do homem é dirigida para a genitalidade como momento culminante, principal e almejado na relação. A mulher chega à genitalidade através de uma estimulação mais geral. Para o homem, o direcionamento todo é para o pênis. A mulher - para chegar à lubrificação necessária que favoreça a penetração e culmina com a descarga de tensão (orgasmo) –  precisa ser estimulada desde emocionalmente até fisicamente por vários pontos espalhados pelo seu corpo”, encerra

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Fidelidade e profissões

Recentemente, um site de relacionamento para pessoas casadas que desejam relações extraconjugais divulgou com base no seu banco dados quais são as profissões onde estão as pessoas que mais traem.

Veja o que o site descobriu:

5º lugar - Engenheiros

4º lugar - Autônomos

3º lugar - Executivo

2º lugar - Agentes de RH

1º lugar - Pessoas que trabalham com finanças

terça-feira, 31 de março de 2015

PESQUISA SOBRE O COLETOR MENSTRUAL INCICLO

A pesquisa abaixo foi feita pela empresa Fine Marketing com o objetivo de medir a adaptação e grau de satisfação das usuárias a fim de analisar o potencial de crescimento da empresa fabricante do coletor menstrual InciCiclo.

O resultado mostra que a imensa maioria não só se adaptou ao produto, como o classifica como um método de higiene melhor do que o que usava anteriormente, além disso, recomenda às amigas.

Os dados apontam que 89,63% das mulheres que compraram o InCiclo aprovam o produto. 53,42% das usuárias adquiriram o produto motivadas pelo f

Qual foi o fator que a levou a comprar o InCiclo?
a. Ecológico 53,42%
b. Econômico 6,85%
c. Conforto 14,38%
d. Higiene 15,75%
e. Todos 3,42%
f. Outros 6,16%
Curiosidade
Fluxo menstrual
Não utilizar mais absorventes tradicionais

Caso use, qual o seu grau de satisfação com o produto?
a. Muito satisfeita 60,00%
b. Satisfeita 29,63%
c. Insatisfeita 10,37%

Antes de conhecer o InCiclo você usava:
a. Absorvente externo 68,49%
b. Absorvente interno 24,66%
c. Absorvente de pano 6,85%

Como você classifica o InCiclo em relação aos absorventes?
a. Melhor 83,21%
b. Igual 6,11%
c. Pior 10,69%

Você recomendaria InCiclo a um amigo?
a. Sim 86,99%
b. Não 13,01%

Fonte: www.inciclo.com.br


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domingo, 29 de junho de 2014

O SEXO AO REDOR DO MUNDO

Em época de Copa do Mundo resolvemos voltar nossos olhos para outra paixão: o sexo. Diversos países seja pela cultura ou religião, vivem e encaram o sexo de uma forma diferente no decorrer da vida. Veja o que a fabricante de camisinhas Durex descobriu em uma pesquisa muito interessante ao redor do mundo. Eles entrevistaram mais de 26.000 pessoas em 26 países para tentar definir o comportamento das pessoas em relação ao sexo.

VIRGINDADE


Todo mundo chega lá uma hora ou outra, mas os brasileiros parecem perder a virgindade antes de todo mundo. O brasileiro perde as virgindade aos 17 anos, segundo a pesquisa mundial realizada pela marca de preservativos Durex em 2012. Já os indianos são os que esperam mais tempo por esse momento. Na Índia, a idade média para a perda de virgindade é de 22 anos.














PARCEIROS SEXUAIS - NÚMERO MÉDIO DE PARCEIROS HETEROSSEXUAIS POR PAÍS E SEXO

No geral, os homens relatam um maior número de parceiros sexuais do que as mulheres independentemente da nacionalidade. As norte-americanas podem ter uma imagem promíscua no cinema, mas ficaram em penúltimo lugar na pesquisa sobre o número de parceiros sexuais durante a vida.


FREQUÊNCIA DO SEXO: Nº MÉDIO DE RELAÇÕES SEXUAIS POR ANO

Segundo a pesquisa, os brasileiros fazem muito mais sexo do que o resto do mundo. Segundo a pesquisa, nós fazemos sexo 145 vezes ao ano, ou seja, quase três vezes por semana. Já os japoneses são bem menos saidinhos com 48 vezes ao ano, ou seja, menos de uma vez por semana. 

DURAÇÃO DO SEXO: TEMPO MÉDIO DA RELAÇÃO EM MINUTOS 


SATISFAÇÃO SEXUAL 

Os homens e mulheres da Índia têm relativamente poucos parceiros, mas relataram níveis bem altos de satisfação sexual em comparação com o resto do mundo. O México apresentou nível alto de satisfação sexual.


(Fonte: Pesquisa "Bem Estar  Sexual Mundial" da Durex, com 26.032 pessoas em 26 países. http://journals. tums.ac.ir/upload_files/pdf/_/14836.pdf)





domingo, 23 de fevereiro de 2014

MAIS UMA PESQUISA CURIOSA

Desfrutar de uma vida sexual ativa não é apenas satisfatório, mas pode ser também a chave para ganhar dinheiro, segundo pesquisa da Arglia Ruskin University.

As 7,5 mil pessoas com idades entre 26 e 50 anos que participaram da pesquisa responderam questões sobre saúde, atividade sexual, situação de emprego e salário. Os entrevistados que faziam sexo quatro vezes ou mais por semana tinham salário 5% mais alto do que os demais. O grupo que tinha a vida sexual totalmente inativa apresentou salário 3% menor do que o que quem fazia sexo esporadicamente.

Não fazer sexo suficiente pode levar indivíduos que sofrem de solidão à ansiedade e depressão, alertou o estudo. "As pessoas precisam amar e serem amadas, na ausência destes elementos, muitas se tornam suscetíveis a problemas que interferem na vida profissional", disse o autor da pesquisa Nick Drydakis.

Além disso, ficou constado que pessoas que fazem sexo pelo menos quatro vezes por semana recebem salário maior do que as que não têm vida sexual ativa.