sábado, 14 de janeiro de 2017

Educação Sexual para Jovens

SEXO... quem diria que esse assunto ainda é tabu, principalmente quando se trata de explicar o assunto para os jovens. Em torno do sexo ainda gira muitos mitos e o jovens ávidos por informações vão buscar em lugares pouco confiáveis, preocupada com essa falta de informação, uma organização britânica de saúde sexual criou o projeto Pleasure (“Prazer” em inglês) para promover o sexo seguro como algo prazeroso – não com uma abordagem negativa e só associada a doenças. Ajuda escolas a adotar esse discurso, assim como dá consultoria para produtoras pornôs sobre como introduzir a camisinha nos vídeos de um jeito sexy.

Em vez de usar a tática comprovadamente ineficaz de amedrontar os jovens, a ideia é conscientizar “focando nas razões pelas quais as pessoas querem fazer sexo: satisfação, desejo e prazer”. Erotizar o preservativo, sempre visto como ruim/incômodo/broxante na prática está entre as estratégias do Pleasure. No final de 2016, eles ofereceram cerca de R$ 800 para que casais se deixassem filmar fazendo sexo com camisinha em ambientes como repúblicas de estudantes e dentro do carro.

Insanidade? Absurdo? Depravação? Suzanne Noble, porta voz da campanha, disse ao jornal The Independent que uma universidade de Londres patrocinou o lance todo com o objetivo de “testar os métodos mais efetivos para garantir que os jovens usem preservativos”. Apenas um pequeno grupo de jovens terá acesso ao conteúdo explícito por meio de um link privado – e suas reações / impressões serão analisadas por estudiosos. Enquanto tem gente bradando contra a “imoralidade”, tem gente empenhada em mudar de forma efetiva o comportamento sexual de risco. Sem hipocrisia.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Quantos parceiros sexuais precisamos ter ao longo da nossa vida?

Oh, dúvida cruel!!! Há quem diga que quanto mais parceiros melhor. Mas recentemente, uma pesquisa – publicada no The Journal of Sex Research – revelou este número. Prepare-se, pois ele é muito menor do que qualquer um de nós poderia esperar.

Segundo a pesquisa, o número “ideal” de parceiros sexuais para homens e mulheres é de apenas três parceiros.

Atualmente, o número médio de parceiros sexuais é maior: 5,81 para as mulheres e 8,4 para os homens. Este número diminui no caso de pessoas que buscam por um relacionamento de longo prazo. Segundo o estudo, as pessoas estão mais dispostas a se relacionarem com alguém que já teve dois parceiros sexuais anteriormente, e menos dispostos a se relacionar com alguém que teve menos ou mais parceiros do que isso no passado. 

Participaram do estudo voluntários com idades entre 18 e 35 anos, ou seja, a média de idade era de apenas 21 anos, isso pode justificar números tão baixos.

A pesquisa também revelou que o número de parceiros sexuais que uma pessoa já teve afeta a atratividade. De acordo com o estudo, as mulheres têm uma probabilidade menor de se sentirem atraídas por um homem que tenham tido mais de 6 parceiras sexuais, enquanto no caso dos homens a atratividade se reduz quando a mulher teve mais de 11 parceiros.

Curioso, não?!

sábado, 7 de janeiro de 2017

Turbinando o 69


Quando falamos de sexo oral, a primeira posição que vem a mente é a famosa 69, em que os dois se estimulam com a boca ao mesmo tempo. Para aprimorar observe a velocidade da movimentação da boca e procure fazer com continuidade – a ideia é que o sexo oral seja feito realmente até o outro se sentir muito excitado. 

Que tal incrementar o sexo oral um pouco mais?

Uma das melhores coisas do sexo oral é deixar se levar pelos estímulos do outro, se entregando totalmente ao momento. Combine com seu parceiro ou parceira de prender as mãos de quem recebe a carícia; tentar controlar as reações do corpo sem poder mexer as mãos trará uma dose extra de excitação – tanto a quem está recebendo, quanto a quem está fazendo.

Enquanto o outro explora lá embaixo com a língua e a boca, você pode movimentar seu corpo todo, impondo ritmo à movimentação do sexo oral. Para mulheres, especialmente, pequenas contrações nos músculos da região genital são a chave do prazer e incitam o orgasmo.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

É hora de fazer sexo oral nela

Em se tratando de sexo oral em mulheres, o clitóris é apenas um dos muitos pontos que merecem ser tocados pela sua língua. Enquanto se dedica à vagina, explore também a área genital com as mãos, introduzindo os dedos levemente na vagina.

Para as mulheres, a saliva também é muito importante, assim como a textura da língua: não a deixe dura demais, o que pode causar uma sensação estranha na mulher e nem um pouco excitante.

O ideal é caprichar na movimentação da boca e observar os sinais do corpo dela para descobrir o que ela mais gosta.

Veja três posições que você pode explorar para surpreender na hora do sexo oral:

Beijo de língua

A movimentação da língua é o ingrediente principal para o sexo oral perfeito. Tente simular um beijo de língua lá embaixo, mexendo bastante a língua. Tenha cuidado com a pressão nos lábios na vagina, pois pode ser algo bastante incômodo e acabar com o clima entre os dois.

Estímulo com os dedos

Enquanto está fazendo sexo oral na parceira, introduza os dedos na vagina ou faça uma leve pressão na região mais externa. Movimentos com mais delicadeza no clitóris podem elevar ainda mais o nível de excitação dela. Não deixe de fazer carícias em todo o corpo, principalmente nos mamilos, coxas e barriga.

Elevação do púbis

Coloque uma almofada sob a região lombar dela, o que fará com que ela fique mais aberta para receber o sexo oral. A posição proporciona ainda mais prazer para a mulher e, para você, será um novo ângulo de visão.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Inovando na hora do sexo oral para elas

Não tem nada mais gostoso que um sexo oral bem gostoso. Se você quer surpreender nessa hora invista em movimentações em todo o corpo do pênis, mas se dedique à cabeça do pênis, por ser a parte mais sensível do órgão sexual masculino. As mãos devem ser suas aliadas para garantir um ritmo contínuo ao movimento, principalmente na base do pênis. Tome cuidado com as unhas e os dentes, que podem arranhar e causar incômodo ao parceiro. Procure manter a boca bem molhada.

Veja 3 posições que podem ajudar você a surpreender:

De joelhos

Abaixar-se na frente do parceiro lentamente e ficar de joelhos é uma das cenas mais tradicionais e excitantes para eles. Mantenha o olhar fixo nos olhos dele isso pode ser um estímulo a mais e você se sentirá ainda mais confiante ao perceber que ele está gostando das suas atitudes.

Carícias quase lá

Apesar de os homens serem mais diretos no sexo, movimentos mais leves como beijos, lambidas na região da virilha dele e principalmente testículos e períneo são formas de esquentar o clima e deixá-lo com mais vontade de que você coloque a boca diretamente no pênis. Use as mãos para acariciar os testículos e também para masturbar seu parceiro, já que a boca não faz tanta pressão que o faça chegar ao orgasmo.

Garganta profunda

Se você conseguir colocar todo o pênis na sua boca, ele certamente irá curtir. A conhecida “garganta profunda” é um dos fetiches do homem; mas, de fato, o estímulo real é sentido mais na parte da glande (cabeça) do pênis.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

A Pílula do Desejo Feminino

Está em teste nos EUA um remédio batizado de Lybrido que, como seu nome sugere, aumentaria o desejo sexual. Sendo voltada para mulheres, a ideia é que as usuárias coloquem uma pílula sob a língua e absorvam a droga pouco antes do ato.
O plano é ajudar casais que, por inúmeros motivos, não estão se dedicando tanto a sua vida sexual. A pílula aumentaria o desejo de mulheres e, vale lembrar, não interfere na frequência com que a usuária atinge o orgasmo durante o sexo.
Então o Lybrido será, se aprovado, o esperado 'viagra feminino'? Não exatamente. Enquanto o Viagra funciona ao alterar o fluxo de sangue para o pênis, causando a ereção, o Lybrido seria focado em regiões cerebrais onde o desejo das mulheres é gerado. Pouco ainda se sabe sobre a relação das atividades cerebrais e com o desejo, mas há pequenas regiões do cérebro que entrariam em atividade quando voluntários de testes assistem filmes pornográficos.
Essas zonas seriam a área preóptica médica e a área ventral tegmental. É delas que a dopamina, o neurotransmissor conhecido como a essência do desejo, é transmitido para o resto do cérebro. Ao mesmo tempo, existe o fluxo de serotonina, um neurotransmissor conhecido como a molécula do auto-controle, praticamente o oposto da dopamina. Enquanto a dopamina é o impulso, a serotonina é a inbição. E, na atividade sexual, os dois precisam encontrar um equilíbrio. Se há muita dopamina, o desejo pode se tornar caos. Se há muita serotonina, o lado racional se sobrepõe e a pessoa não consegue ficar excitada.
Tendo isso em mente, os criadores do Lybrido buscaram colocar no remédio substâncias que estimulem a liberação dos dois neurotransmissores de forma pensada. De início, o medicamento faz com que mais dopamina seja liberada, dando à ela uma vantagem na corrida contra a serotonina, aumentando o desejo antes do sexo. 
Para os testes, foram recrutadas voluntárias que estivessem em uma relação monogâmica estável - o público alvo do medicamento.  Afinal, são eles que sentem com mais intensidade a diminuição do desejo - é sabido pela ciência que novas relações causam maior euforia e, logo, liberação de dopamina.
Os primeiros resultados são promissores - há relatos de voluntárias que, após fazer o tratamento com Lybrido, aumentaram a sua frequência sexual de uma vez por semana para cinco. Interessante, não?!
Fonte: NYTimes