sexta-feira, 3 de julho de 2015

O ato sexual e a saúde cardíaca

Você sabia que durante a relação sexual, assim como na prática de um exercício físico moderado, há um aumento temporário do trabalho cardíaco e da pressão arterial? E que a falta de libido pode estar associada à alguma doença crônica perigosa?

É isso mesmo. Fazer sexo exige tanto esforço físico quanto praticar um esporte. Por exemplo, na fase de excitação, há elevação da pressão arterial – tanto da máxima como da mínima – e aumento da frequência cardíaca. Em mulheres e homens, o maior aumento ocorre nos dez a quinze segundos que precedem o orgasmo, depois do qual a pressão e os batimentos cardíacos voltam aos níveis anteriores.

Estudos com homens mais jovens, casados, demonstraram que a atividade sexual com a companheira consome uma quantidade de energia equivalente à da atividade física para subir dois lances de escada. Embora faltem dados, é possível que nos mais velhos, sedentários, hipertensos, portadores de problemas cardíacos e com mais dificuldade para atingir o orgasmo, o esforço realizado corresponda a um gasto energético bem maior. Ou seja, a atividade sexual diminui o nível de ansiedade do corpo, o que ajuda a reduzir estresse fator agravante de doenças coronárias, ou seja, sexo faz muito bem para sua saúde física e mental. 

Da mesma forma que o ato sexual auxilia o coração, problemas no coração prejudicam o ato sexual. Algumas pessoas com doenças cardíacas podem apresentar disfunção erétil, além de outros transtornos ateroscleróticos. Para alguns pesquisadores, homens com mais disposição para o sexo costumam ser menos sedentários e cuidam melhor da saúde. Por outro lado, uma vida sexual pouco ativa pode sinalizar a fase inicial de problemas físicos, em especial os ligados ao sistema cardiovascular, como infartos, derrames e pressão alta. A capacidade de ter relações sexuais pode ser um marcador para a saúde em geral. Por exemplo, alguns estudos demonstram que uma vida sexual pouco ativa pode indicar doenças silenciosas como a diabetes. Além disso, alguns medicamentos usados no tratamento da hipertensão e das doenças cardiovasculares podem ter impacto negativo nos mecanismos de ereção e lubrificação vaginal.

Estudos realizados com mulheres e homens de 50 a 70 anos mostrou que, durante o ato sexual, o risco de infarto do miocárdio aumenta 2,7 vezes. Os que já tiveram infarto ou outra doença cardiovascular não correm risco mais alto. Nos sedentários, a probabilidade é três vezes maior; naqueles fisicamente ativos, ela não aumenta.

Ainda assim, o número absoluto de eventos cardiovasculares durante o ato sexual é mínimo: correspondem a menos de 1% do total de infartos. Quanto mais sexo houver, mais baixo será esse risco. Em mulheres e homens que já sofreram infarto, a probabilidade de ocorrer outro é insignificante: de um a dois para cada 100 mil horas de prática sexual.

Bora praticar, então?


Fonte: http://drauziovarella.com.br/sexualidade/coracao-e-sexo/
           http://www.minhavida.com.br/
           http://veja.abril.com.br/noticia/saude/praticar-sexo-e-seguro-para-maioria-dos-pacientes-cardiacos-assegura-estudo/
          

terça-feira, 30 de junho de 2015

Você sabe o que é felação?

A felação ou sexo oral é um ato sexual que normalmente agrada homens e mulheres de todas as idades. Porém, muitas vezes pode ser um bicho de sete cabeças para elas. Para um sexo oral perfeito, é preciso pensar em elementos como os pontos sensíveis no corpo e é claro, muito treino.

Um bom sexo oral envolve basicamente duas coisas: as mãos e a boca. Se você conseguir otimizar o uso delas, certamente conseguirá satisfazer o parceiro. Pense nelas em conjunto, mas as coloque para trabalhar separadamente. Veja algumas dicas que podem ajudar.

1. Áreas sensíveis
Para fazê-lo curtir ao máximo a experiência, é importante ir direto às partes da anatomia masculina que são particularmente sensíveis. São elas a ponta do pênis, os testículos e o períneo – esse último o local secreto entre os testículos e o ânus.

2. Use as mãos
Caso o pênis do seu parceiro seja muito grande, não há motivo para preocupação. Basta usar as mãos e a boca e colocá-las para trabalhar em conjunto. Utilize um lubrificante ou sua própria saliva para deixar as coisas um pouco mais fáceis, e mova sua mão desde a base do pênis até a ponta para fazê-lo ficar bem ereto. Apenas então coloque sua boca na ponta – com as mãos, continue fazendo movimentos de sobe e desce.

3. Envolva outras áreas
Explore outras áreas próximas ao pênis. Quer um exemplo? Você pode brincar de leve com os testículos, beijar delicadamente as coxas. Vale também lamber o períneo, uma espécie de ponto G masculino e que é sensível. Certamente ele irá adorar.

4. Frio e quente

Se você deseja adicionar um tempero à felação, tente brincar com temperaturas e sensações.
Para brincar com a temperatura, tente gel comestível quente e gel comestível ice. A diferença entre o calor e o frio lhe dará sensações espetaculares.

Fonte: http://doutissima.com.br/

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Saiba mais um pouco sobre cirurgia plástica íntima

A cirurgia plástica íntima feminina consiste na redução os pequenos lábios da vagina. Essas estruturas têm como principal função, além de proteger a vagina, controlar o direcionamento do jato da urina. Geralmente, a opção pela cirurgia plástica íntima se dá por incômodo estético ou dor durante a relação sexual.

Quem decide a quantidade correta a ser retirada por esta cirurgia plástica íntima é o médico cirurgião plástico ou o ginecologista. Para isso, ele leva em consideração não só a estética, como também, a função dos pequenos lábios. Em média, o procedimento dura de 40 minutos a uma hora e meia.

A paciente sai no mesmo dia do hospital, quando é utilizada a anestesia raqui ou peridural, com uma simples sedação. Neste caso, ela dormirá durante o procedimento. É retirada parte dos pequenos lábios e reconstruídas as estruturas. Os pontos frequentemente são absorvíveis e não precisam ser retirados posteriormente. As cicatrizes remanescentes costumam ser discretas.

Geralmente, após 30 dias, há a cicatrização da incisão, sendo possível verificar os resultados parciais. Passados 90 dias, pode-se notar a diminuição do inchaço e o resultado final aparece.

A cirurgia plástica íntima não possui contraindicações precisas, no entanto, como em qualquer cirurgia, ela exige cuidados. Pessoas com doenças crônicas, diabetes, hipertensão ou insuficiência cardíaca devem evitar alguns procedimentos cirúrgicos.

Quando se tratar de pacientes com infecção ativa no local ou corrimento, o tratamento deve ser feito antes de realizar a cirurgia. Quanto a fumantes, há uma recomendação especial: abstinência por dois ou três meses antes da cirurgia. Mulheres com hipertensão, diabetes ou asma devem ser avaliadas por seus médicos sobre os riscos de se fazer a cirurgia.

Confira outra dicas sobre a cirurgia plástica íntima:

  • Relações sexuais: Torna-se recomendável retomar somente após 30 ou 40 dias após a cirurgia plástica íntima.
  • Higienização: Deve-se realizar a higiene local com água morna e sabonete neutro, sem a necessidade de sabonetes específicos ou substâncias antissépticas.
  • Menstruação: Para facilitar as medidas pós-cirúrgicas, é recomendado fazer a cirurgia plástica íntima ao final da última menstruação. Se acontecer da paciente menstruar, ela deverá usar absorvente interno para não abafar e aquecer a região.
Fonte: http://doutissima.com.br/

domingo, 28 de junho de 2015

Energia Sexual

O sexo é uma admirável fonte de felicidade e prazer, mas devido ao fácil apego que gera, também causa sofrimentos e deturpações. Prostituição e exploração sexual existem desde tempos imemoriais, mas atualmente adquiriram uma dimensão tal que o sexo, associado à propaganda, estimulado pela mídia e incentivado como uma maneira de viver, desviou-se totalmente da fonte de alegria e prazer que sempre foi.

A banalização do sexo veio como consequência da banalização do amor. Não deveria haver problemas ou proibições religiosas, exigências de celibato ou cobranças de fidelidade, mas como se perdeu a noção do que seja o amor e esse foi substituído pelo apego, gerando ciúmes, vinganças e desejos irrefreados de repetição do prazer sexual, o sexo acabou se tornando um problema a ser enfrentado e combatido.

Sempre que corpos se unem num beijo, num abraço ou até num simples toque, ocorre uma troca de energias. Se a união é sensual, num beijo ou num ato sexual, a liberação energético-informativa hormonal que ocorre, estimula todas as células do corpo e torna a transferência energética muito mais intensa. A relação sexual é uma troca íntima de fluidos vitais, hormônios e energia sutil. O clímax, no orgasmo, é o ápice na formação de um vínculo energético entre os parceiros. Cria-se, então, uma memória energética celular comum, um evento que liga permanentemente os dois parceiros.

Desse ponto de vista não há sexo seguro, pois sempre há troca e vínculo energéticos que fazem com que o(a) parceiro(a) permaneça em nós. Dessa forma, como dentro da experiência sexual há uma troca química, hormonal e energética profunda, se o ato sexual é efetuado com pessoas fora de sintonia com a nossa frequência pessoal, todo o “lixo” daquela pessoa virá para desarmonizar a nossa vibração.

Texto extraído de: http://thesecret.tv.br/2015/06/cuidado-com-a-energia-sexual-energia-sexual-e-forca-criativa-que-move-a-vida/ 


segunda-feira, 22 de junho de 2015

Aplicando o Feng Shui para melhorar o seu relacionamento

Feng Shui é uma arte milenar utilizada para organizar a vida do ser humano. Data de mais de cinco mil anos. É elaborada a partir da observação da natureza, utiliza os mesmos princípios que regem as ciências naturais e tem com base o conceito do Tao, Yin e Yang, energia Ch’i e os cinco elementos associados ao estudo das cores, relevo, clima e formas. Sua função é favorecer uma vida saudável, atrair abundância, prosperidade, harmonia para o casal, para a família e sucesso em todos os aspectos da vida. O segredo está em harmonizar essa energia pela casa. A arte do Feng Shui é trazer boas vibrações para a conquista dos sonhos pessoais. Que tal usar o Feng Shui para aumentar sua energia sexual?

Ativando ponto sexual do baguá

Aplique o baguá na planta de sua residência. Localize o setor do relacionamento afetivo. É neste cômodo da casa que iremos começar a ativar e apimentar a vida íntima e sexual do casal. Respeitando algumas exceções (como quarto dos filhos), poderemos incrementar a vida sexual com símbolos universais e/ou particulares sobre o tema:

Cor vermelha: é uma cor muita associada à atividade sexual e as paixões. Deve ser usada com moderação, pois é uma cor muito vibrante, deixando as pessoas muito agitadas e com muito tesão quando usada em excesso. O vermelho pode estar no ambiente em quadros, tecidos, flores, almofadas, em uma pintura especial de parede.

DVDs e revistas eróticos: se o casal gostar de ver filmes eróticos, este é um bom local para guardar a coleção de fitas. O mesmo vale para quem gosta de colecionar e ler revistas eróticas.

Quadros eróticos: um dos símbolos mais usados para apimentar a vida sexual de um casal é a imagem de um casal fazendo amor. São conhecidos como quadros sensuais ou eróticos.

Esculturas eróticas: com a mesma força afrodisíaca dos quadros, as esculturas eróticas ou de casais nu se amando são símbolos universais em várias civilizações. São mais discretas que os quadros.

Bocas vermelhas: símbolo muito forte de tesão e desejos ardentes.

Divindades: muitas culturas têm varias divindades que simbolizam fertilidade, virilidade e sexualidade. Quem conhece ou gosta deste tema deve pesquisar para saber quais divindades pode colocar.

A Serpente: pode-se colocar a figura da Serpente, que representa a atividade e a liberdade das energias sexuais para muitos (a kundalini).


sexta-feira, 19 de junho de 2015

Diferentes formas de prazer - Parte II

Continuando o artigo anterior sobre parafilias...


ODAXELAGNIA: morder ou mordiscar para obter prazer sexual. Não implica em fazer o outro sofrer (não tem necessariamente a ver com sadomasoquismo, portanto) e geralmente não produz marcas nem lesões.

MELOLAGNIA: excitação erótica obtida com música. Ouvir um som estimulante é muito comum nos jogos sexuais, mas algumas pessoas somente conseguem transar se a música estiver presente para produzir o estímulo. E não serve qualquer música, não: geralmente, é sempre a mesma ou algumas específicas.

TRICOFILIA: aqui, os cabelos são o objeto de desejo e excitação. Quanto mais longos, melhor. Vale tocá-los, enroscar-se neles, sentir o toque no corpo, passá-los nos genitais para ampliar as sensações eróticas durante as preliminares... 

OSMOLOGNIA: significa usar os cheiros para se excitar. Para as pessoas que apresentam essa parafilia, o que é ruim e até nojento para as demais é extremamente excitante para elas: pés sem higiene, axilas suadas, cabelos oleosos... Os odores não precisam necessariamente ser ruins, mas, geralmente, são (para a maioria das pessoas). 

TESAUROMANIA: a excitação é obtida e mantida ao se colecionar roupas íntimas de pessoas que são guardadas (resultado de furtos, muitas vezes) como troféus e que servirão para o prazer futuro, geralmente durante a masturbação solitária.

Fonte: http://mulher.uol.com.br/comportamento

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Diferentes formas de sentir prazer - Parte I

Você sabe o que é parafilia? É uma forma de obter desejo, excitação e prazer sexual de modo incomum, pelo menos para a maior parte das pessoas. Não se trata de perversão nem de doença, mas de um comportamento específico que nem sempre envolve a relação sexual como ela é tradicionalmente conhecida. As parafilias, antigamente, eram chamadas de perversões sexuais, pois era, atitudes sexuais diferentes daquelas permitidas pela sociedade.

Há quem utilize as parafilias como um tempero no sexo e quem só alcança o clímax com essas práticas. No segundo caso, especialistas dizem que os indivíduos devem buscar ajuda se desenvolverem uma fixação ou se a forma exclusiva de obter satisfação começar a causar sofrimento ou prejudicar as atividades cotidianas. Há parafilias que ferem a moralidade e são tidas como psicopatologias, como a pedofilia. Vamos discorrer somente sobre as variações sexuais que envolvem práticas diferentes e não colocam a vida dos envolvidos ou de terceiros em risco. 

TRAVESTISMO ou CROSSDRESSING: não tem a ver com orientação sexual, como muitos pensam, e é mais praticado pelos homens, também chamados de "cross dressers". Os praticantes usam roupas do sexo oposto para se excitar ou excitar a outra pessoa. Muitos vestem tais peças apenas para si mesmos, na própria intimidade. ATENÇÃO: CROSSDRESSING não é algo que a pessoa é, mas algo que a pessoa faz.

DACRILAGNIA: algumas pessoas se excitam ao ver outra chorando e buscam condições para que isso ocorra --até mesmo causando uma briga-- e, assim, possam selar a paz com sexo depois da "desavença"
  
CISVESTISMO: usar uniformes ou roupas próprias de determinadas atividades ou profissões com a finalidade de fazer jogos sexuais. Exemplos: fardas, aventais de empregadas domésticas, jalecos, trajes de enfermeiras, aeromoças, bombeiros, mecânicos, médicos etc. Dificilmente o traje faz parte do cotidiano dos envolvidos. E também não precisa ser "real" ou verossímil. O que diferencia a parafilia de uma brincadeira, porém, é a necessidade de trazer com frequência a roupa para a excitação surgir.

CLAUSTROFILIA: nesse caso, as pessoas se sentem excitadas por estarem confinadas em espaços pequenos, claustrofóbicos. A claustrofilia pode fazer parte de um jogo sadomasoquista, em que o confinamento (em gaiolas ou jaulas) é parte de uma possível punição erótica e com finalidades sexuais para o casal.

INFANTILISMO: é uma forma de obter prazer sexual por meio de ações que imitem bebês e crianças pequenas. Usar mamadeiras, fraldas ou roupas infantis, brincar com bonecas ou bichos de pelúcia e receber alimentação com colher, por exemplo, são algumas das atitudes apreciadas pelos infantilistas --e podem ser realizadas a sós ou em parceria. Se houver uma segunda pessoa envolvida na prática, provavelmente ela assumirá o papel de cuidadora ("mamãe" ou "papai") do infantilista.

FLATOFILIA: mais comum entre homens, é o prazer que surge ao sentir odores de gases intestinais --dos próprios, do parceiro ou de outras pessoas, durante o sexo ou não.

ESPECTROFILIA: é o uso da ideia de um fantasma, um espectro, para se excitar. Pode acontecer através de histórias fantasiosas, filmes de terror ou até mesmo da simulação de sombras em um espelho, por exemplo.

HOMIFOFILIA: consiste em ouvir ou fazer sermões como estímulo sexual. O hábito de frequentar igrejas desde criança pode permitir que algumas pessoas aprendam a se excitar ouvindo sermões do padre. Outra justificativa é a vivência de sempre ouvir broncas dos pais na infância, aprendendo a sobreviver a tais situações sem sofrimento, transformando a situação de punição em prazer sexual.

HIRSUTOFILIA: muitas pessoas preferem (e até precisam) que a parceria sexual seja muito peluda pelo corpo todo, e em especial nos genitais. Esse é o ponto que produz desejo, excitação e prazer sexuais.