segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Dominação: como se comportar

Dominação pode ser divertido e sexy, mas você precisa tomar algumas precauções para não ultrapassar os limites. O jogo funciona assim: Um é o dominante e o outro é o submisso. Esse componente de poder é o que diferencia essa forma de fazer amor: o submisso aceita as posições vulneráveis e deixa toda a responsabilidade nas mãos do dominante.

Antes de mais nada toda prática sexual deve ser consentida por ambos. 
O casal deve estabelecer suas próprias regras para que os limites não sejam ultrapassados.
Sempre que algo começar a doer ou parecer errado e/ou desconfortável você deve parar imediatamente. 

Veja algumas dicas para não estragar suas brincadeiras:


1. Tenha Cuidado com as amarrações


Não faça nada que possa obstruir a circulação de ar, sanguínea ou que possa prender as juntas. Use nós bem frouxos se for amarrar seu parceiro. Mantenha um par de tesouras por perto.


2. Evite utilizar substâncias como álcool ou drogas


Não utilize nenhuma substancia que altere seu estado de consciência, pois seu julgamento pode ser prejudicado e você pode se exceder em alguns momentos.


3. Use Objetos Apropriados 


Não improvise. Use objetos e brinquedos especialmente produzidos para atender às necessidades desse tipo de prática sexual. Tais objetos são fáceis de usar e não apresentam complicações. 


4. Tenha SEMPRE Uma Palavra De Segurança


Invente uma palavra que sirva como código de segurança caso um de vocês precise interromper momentaneamente, ou até, parar o ato. Uma palavra ou gesto claramente pré estabelecidos são menos prováveis de causar confusão, uma vez que simplesmente pedir para o outro parar pode ser interpretado como parte do jogo.


5. Não Esqueça A Intimidade


Mantenha as coisas quentes. Quer você esteja dominado ou sendo dominado, aproveite todas as oportunidades para ser sedutor em relação a seu parceiro.


6. Não Machuque


Vise sempre o conforto. O objetivo do bondage e da dominação é limitar os movimentos do corpo para obter mais prazer sexual, mas não deve causar dor ou irritação.


7. Preste Atenção Aos Sinais De Alerta


Preste atenção às reações do corpo de seu parceiro. Se a pele dele(a) parecer pálida, o olhar desfocado, não conseguir falar direito, ou mesmo se apresentar qualquer outro sinal de desmaio ou indisposição, esteja pronto para soltar as amarras imediatamente.


8. NUNCA Deixe Um Parceiro Amarrado Sozinho 

Nem por um minuto, nem por 10 segundos. Ele está indefeso, e está contando que você esteja lá com ele. Lembre-se que você é o responsável por qualquer coisa que aconteça, não importando do que estejam “brincando” ou encenando. Mantenha-se no mesmo quarto o tempo todo e tenha olhos e ouvidos atentos a qualquer sinal de menor desconforto.

Acesse: www.irresistivel.com.br




terça-feira, 11 de agosto de 2015

Pornografia nos anos 30

Alexandre Dupouy é um francês que tem interesse por antiguidades relacionadas ao sexo. Ele é responsável pela publicação de um livro bem interessante chamado Mauvaises Filles. Esse livro reuni fotos de prostitutas da década 30. Além de algumas fotos interessantes confira trechos de uma entrevista dada por Dupouy ao site Vice e faça uma breve viagem a Paris dos anos 20.






VICE: Como você descreveria uma típica prostituta parisiense do começo do século 20?

Alexandre Dupouy: O perfil típico era de uma garota que veio até Paris para ganhar dinheiro a fim de alimentar a família, que provavelmente morava numa fazenda do interior. Faminta e desempregada, a garota podia cruzar com uma madame que prometia abrigo e comida. Ela acabava com dez ou 15 garotas na mesma situação. Na época, uma prostituta ganhava quase dez vezes mais que um trabalhador comum. Em 1900, um trabalhador recebia normalmente dois francos por dia, enquanto uma prostituta de rua cobrava cinco francos por trabalho – 10 francos se estivesse num bordel.

Quais eram as condições de trabalho de uma prostituta na época?

De certa maneira, era algo similar ao esporte. Uma prostituta podia trabalhar por dois ou três anos antes de ficar prejudicada. Doenças eram comuns, e acesso à proteção era quase nulo. Camisinhas já existiam, mas não eram obrigatórias. As garotas se limpavam com algo chamado "esponja higiênica". As esponjas, claro, não tinham nenhuma eficiência.


Os bordéis eram legalizados?

Em Paris, os bordéis continuaram legais até 1946. A maioria dos grandes bordéis já tinha fechado as portas em 1925. O Sphinx era um bordel típico dos anos 30: havia um bar e um restaurante, e mulheres também podiam entrar. Esses novos pequenos bordéis eram chamados de "casas de tolerância". Políticos, tanto gaullistas como comunistas, acusaram alguns donos de bordéis de trabalhar para os alemães durante a ocupação.

Como você vê o estado atual da prostituição na França?

Vejo que a prostituição diminuiu aos trancos e barrancos – não há mais muitas prostitutas. Acho que isso se deve às relações conjugais. No século 19, se um homem burguês pedisse [à esposa] uma felação, ela negaria. E, quando aceitava, ela nem sempre sabia fazer – as mulheres frequentemente machucavam seus maridos.
É por isso que o papel da prostituta está morrendo. Hoje, os clientes regulares são também os mais deprimentes: pessoas que não transam há anos, maridos que gostam de trair as esposas ou milionários erotomaníacos – o tipo Dominique Strauss-Kahn.

domingo, 9 de agosto de 2015

O orgasmo feminino e sua importância


Por que as mulheres experimentam o orgasmo? O orgasmo tem alguma outra função além do prazer?
Em uma dessas "andanças" pela web achei um artigo bem interessante sobre o orgasmo feminino e resolvi compartilhar com vocês partes desse artigo, confira!

"Homens e mulheres experimentam as mesmas mudanças psicológicas durante um orgasmo, que é o clímax do ato sexual. Tipicamente, ele dura menos de um minuto. Em ambos os sexos, o reto se contrai em intervalos de aproximadamente 0,8 segundos, um ato involuntário, e vários músculos do corpo começam a ter espasmos. Além disso, alguns compostos responsáveis pelo prazer, como oxitocina, norepinefrina e serotonina saturam o cérebro com uma enchente de alegria. 

Alguns estudiosos têm explicações diferentes para a existência orgasmo, veja algumas dessas explicações abaixo: 

Orgasmos encorajam a mulher a fazer sexo: Quanto mais uma mulher acasala, mais provável ela se torna de ficar grávida e ajudar na perpetuação da espécie.Uma evidência interessante para esse postulado é de que, em algumas espécies de primatas não-humanos, machos matam os filhos dos outros, mas não os seus próprios. Alguns pesquisadores sugerem que o orgasmo faz com que fêmeas acasalem com mais machos possíveis, causando confusão quando um deles tentar matar um infante, pois não saberá se o pai é ele ou outro animal.

Orgasmos ajudam na escolha do melhor macho: Pelo fato de que a maioria das fêmeas nem sempre têm orgasmos durante o ato sexual, talvez haja o fornecimento algum tipo de critério seletivo. Talvez, em algum ponto da evolução humana, o orgasmo durante o sexo indicou força, saúde e atenção de um parceiro masculino, significando que uma fêmea poderia determinar a idoneidade de um companheiro pelo fato dele ter feito ou não ela ter tido orgasmo.

O hormônio oxitocina, liberado no orgasmo, causa sucção: Um dos compostos liberados no sangue durante o orgasmo é a oxitocina, que também é associada, em parte, com a lactação. Em um estudo quando útero sofreu a ação direta do hormônio, ele tendeu a sugar fluidos. Talvez, o orgasmo seja uma adaptação seletiva para sugar o esperma ao útero (mesmo resultado da teoria de retenção de esperma).

Orgasmos encorajam o ajustamento do casal: Os compostos liberados durante o orgasmo tendem a fazer os parceiros ficarem mais próximos um do outro. Evolutivamente falando, essa adaptação pode fazer com que o macho se aproxime mais para cuidar dos seus infantes, aumentando as chances de sobrevivência da espécie.

Essas são as explicações possíveis do porquê as fêmeas experimentam o orgasmo, embora não esteja diretamente conectado à concepção de prazer."

Fonte: http://climatologiageografica.com/para-que-servem-os-orgasmos-femininos/

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Sobre fantasias...



Lembre-se que algumas fantasias não foram feitas para serem encenadas. Uma vez uma mulher constatou que tinha a fantasia de ver seu marido receber sexo oral de outra mulher. Essa não era uma fantasia que ela queria que se tornasse de fato realidade, no entanto, mostrava como ela se sentia excitada ao ver outras pessoas fazendo sexo. 

Fantasias envolvendo violência ou bondage também podem representar o desejo que um dos parceiros pode ter de assumir um papel mais dominante ou submisso durante a relação sexual, mas de forma alguma significa que essa pessoa queira ser amarrada ou machucada.
Conversar sobre suas fantasias devem ser uma via de mão dupla. Se você quer falar sobre seus desejos mais íntimos, esteja pronto para ouvir os desejos de seu parceiro. Não comece a tocar nesse assunto se achar que não vai aguentar ouvir as fantasias do outro.

Tenha em mente também que você deve respeitar a vontade de seu parceiro de querer, ou não, ouvir suas fantasias, uma vez que elas podem, por exemplo, envolver outras mulheres.

E não saia por aí contando para as suas amigas ou amigos as fantasias de seu parceiro(a), fantasias devem ser compartilhadas somente entre casal.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Boodigo, o site de busca exclusivo para pornografia

Quem nunca teve dificuldades em achar aquele vídeo pornô que o amigo indicou? Ou para encontrar sites de encontros sensuais? Ou até mesmo informações mais simples como práticas incomuns de sexo?

O Google é pudico. E está cada vez menos ligado à pornografia on-line, inclusive vetando publicidade ligada a sexo. Isso não agrada algumas pessoas, como os cinco ex-funcionários que agora trabalham no Boodigo.

Boodigo é resultado de uma sociedade entre a Wasteland, uma produtora de filmes pornôs especializada em BDSM, e a empresa de tecnologia 0x7a69, que abriga muitos "refugiados do Google".

A mecânica do Boodigo é a mesma que a dos motores de busca mais comuns da web, tais como o Google, Bing  ou Yahoo. Mas como diferencial o site permite que você realize buscas através de paginas na web e Tumblr quando o assunto é´pornografia.

Além de trazer apenas entradas ligadas a sexo, o Boodigo se compromete a oferecer apenas resultados de conteúdos não piratas e livres de vírus. E melhor: sem colher informações pessoais dos usuários com a finalidade de vender publicidade. Boodigo não usa cookies ou outra ferramenta de coleta de dados.

A  Boodigo pode se sustentar por meio de venda de espaços publicitários baseados nas palavras-chave digitadas pelos usuários, da mesma forma que o Adwords funciona.

Curioso? Acesse: https://boodigo.com/

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Flatulência Vaginal - O que é isso?

Você sabe o que é flatulência vaginal? Na hora H, você já passou por alguma situação constrangedora em que um barulho inconveniente, semelhante a um pum saiu da sua vagina? Pois é, fique sabendo que isso muito normal.

Diferente dos gases do ânus, os gases vaginais não têm odor e são uma reação natural que apenas acontece com o contato sexual com um parceiro. Durante o ato sexual é normal que algum ar entre na vagina durante a penetração do pênis e isso faz com que os flatos surjam. 

Algumas posições sexuais contribuem para que os gases vaginais apareçam, independente da idade da mulher ou se ela tem ou não filhos, por isso podem acontecer de vez em quando e não em toda prática sexual. Porém, algumas mulheres com a musculatura do assoalho pélvico enfraquecido possuem um risco maior de entrada e saída de ar do que mulheres sem essa característica, o que pode ser revertido com exercícios de musculatura.

É importante que o casal entenda que a flatulência vaginal é uma reação natural do corpo feminino e não deve atrapalhar o ato sexual.