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domingo, 16 de outubro de 2016

Dez mitos sobre o câncer de mama


Existe muito desconhecimento ainda sobre o câncer de mama e, pior, existe também muita “crendice” popular que podem terminar prejudicando o diagnóstico e o tratamento da doença. Veja abaixo 10 mitos sobre o câncer de mama:

1. O uso de anti inflamatórios diminui o risco de câncer de mama; Não existe comprovação cientifica.


2. O uso de desodorantes e outros cosméticos axilares aumenta o risco de câncer de mama; Não existe comprovação cientifica.


3. Emoções negativas como estresse, mágoas e raiva podem causar câncer; Não existe comprovação cientifica.


4. O consumo de chá verde diminui o risco de câncer de mama; Não existe comprovação cientifica.


5. Um tumor pode ser causado por um trauma, por exemplo, uma pancada durante uma batida de automóvel; Não existe relação. O trauma pode inflamar a região e, por causa dos exames e do tratamento, a doença pode terminar sendo descoberta.


6. Se eu faço o autoexame das mamas todos os meses não preciso fazer mamografia; Não. A mamografia pode detectar o tumor até 2 anos antes dele ser palpável;


7. O câncer de mama sempre aparece como um caroço; Não necessariamente. O caroço é o mais comum, mas pode aparecer também secreção sanguinolenta e alterações no aspecto das mamas.


8. Apenas mulheres com histórico de câncer de mama na família podem ter a doença; Apenas 5 a 10% dos casos são hereditários. Eu mesma tive câncer de mama sem histórico.


9. Mulheres com seios pequenos não têm câncer de mama; Sim. A doença ataca independente do tamanho do seio.


10. Sutiã apertado pode causar câncer de mama. Não existe relação e nem comprovação científica.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Dicas para quem vive com uma pessoa diagnosticada com câncer de mama

Durante o tratamento de um câncer de mama, a mulher muitas vezes fica mais sensível e necessita muito do apoio da família, em especial do seu companheiro ou companheira. Veja abaixo algumas dicas para você apoiar quem você ama nesse momento tão delicado.

1. Esteja sempre ao lado 

Este é um momento no qual ela precisará muito de sua ajuda e compreensão. Altos e baixos virão e você deverá auxiliá-la a superar. Dedique-se a cuidar de quem você ama. 

2. Defenda sempre o melhor tratamento

O tratamento oncológico pode ser, em muitos casos, extremamente burocrático. A cobertura do convênio ou a busca por hospitais da rede pública de saúde requerem uma luta diária e em alguns casos, um pouco de paciência. Desta forma, tente, na medida do possível, se responsabilizar por todos esses trâmites. Além disso, procure informar-se sobre os direitos do paciente com câncer. Isso poderá lhe dar uma maior tranquilidade e segurança. Lembre-se que a informação é uma grande aliada em todos os momentos.

3. Seja organizado

Tente ajudá-la a organizar todos os laudos médicos, receitas de medicamentos, documentos que atestam a doença e todos os procedimentos em uma pasta. Nem todos os documentos são importantes, mas existem alguns que não podem ser perdidos. Seja o mais organizado possível. 

4. Saiba: "Não é com Você”

Caso ela esteja demonstrando muita raiva ou frustração, saiba que isso não é com você. Isso é muito comum em algumas fases da doença. Nessa hora, fique por perto, mesmo que seja em silêncio e lhe dê apoio. Dessa forma, você estará permitindo que ela expresse seus sentimentos e reclamações. Com toda certeza, ela vai se sentir melhor.

Fique de olho aos sinais e sintomas de depressão. Se você acha que ela está depressiva, ajude-a a encontrar um suporte emocional adequado, um psiquiatra, caso se trate de uma depressão que precisa ser medicada, ou um psicólogo. Converse com o médico que está acompanhando o caso.

5. Reorganize as tarefas diárias

Durante todo o tratamento, algumas mudanças e adaptações deverão ser feitas por todos os membros da família. Tente, na medida do possível, deixar a rotina diária mais parecida possível com o que era antes do tratamento. Entenda que ela pode precisar de ajuda para fazer algumas coisas que antes costumava fazer sozinha. Inclusive, pode ser que você precise assumir algumas de suas responsabilidades.

Para o seu próprio bem-estar, peça ajuda aos outros membros da família ou de amigos. Delegue tarefas e pergunte quem pode fazer o quê. Situações simples como fazer o supermercado ou pagar uma conta no banco podem ajudar muito.

6. Seja sempre sincero

Não falte com a verdade dizendo que não há nada com que se preocupar.

7. Mudanças na sexualidade do casal

A sexualidade é um dos pilares para a construção de uma boa qualidade de vida. Durante o tratamento contra o câncer, o paciente vive situações físicas que podem interferir em sua vida sexual. As modificações no corpo, como diminuição da libido, secura vaginal e falta de apetite sexual e alterações no humor, como depressão, ansiedade e tristeza, acabam trazendo consequências não apenas para a vida do paciente, mas para a vida do casal. Ela pode sentir-se cansada ou preocupada demais para pensar nesse assunto. Isso é normal e bastante comum entre as pacientes.

Alguns transtornos decorrentes do tratamento são passageiros e outros podem ser minimizados ou eliminados com apoio médico e psicoterápico, ajudando-o a superar as dificuldades e encontrar novas formas de convivência. Diante dessa situação, é muito importante que vocês conversem sobre isso. Se preferir, procure ajuda de um profissional da área, um psicooncologista pode ajudar.

8. Saiba pedir ajuda 

Ver alguém que você ama doente é muito difícil, são várias as emoções que você pode sentir neste momento e por isso, você também precisa de um espaço para falar sobre os seus sentimentos, preocupações e inseguranças. Muitas vezes, uma boa opção pode ser conversar com um amigo ou com alguém que esteja passando pela mesma situação. Mas, se possível, procure um psicólogo. Não vá esperando respostas e soluções, um dos objetivos do psicólogo é lhe proporcionar um espaço neutro de escuta e acolhimento para os seus sentimentos e angústias.

9. Tire um tempo pra você 

Mesmo que seja apenas por uma hora, marque um café com um amigo, vá cortar o cabelo, fazer uma massagem ou vá ao cinema. Saiba que tirar esse tempo para você é importante, pois lhe dará mais ânimo e capacidade de continuar cuidando da pessoa que você ama.

10. Cuide de sua saúde física e mental 

É muito comum os cuidadores descuidarem-se da sua própria saúde enquanto providenciam o melhor cuidado possível para a pessoa amada. Alguns desses problemas encontrados frequentemente entre cuidadores são altos índices de depressão, sintomas de estresse, uso de psicotrópicos e redução no nível de imunidade.

Não negligencie a sua saúde

Isso pode deixá-lo vulnerável ou até mesmo doente.


Fonte: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/dicas-para-o-companheiro-de-uma-mulher-com-cancer-de-mama

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Diversidade de Ecossistema - um novo exame contra o Câncer de Mama

Além dos exames preventivos recomendados, agora pode-se contar com uma nova descoberta do Institute of Cancer Research, de Londres. É um teste, chamado Index de Diversidade de Ecossistema (Ecosystem Diversity Index), que analisa os tumores e seu grau de agressividade, colaborando para adequar os tratamentos dos indivíduos de forma mais eficaz.

O estudo foi publicado na revista PLoS Medicine hoje (16 fev 2016) e foi financiado pelo próprio ICR, pelo Breast Cancer Now, pela Wellcome Trust e pelo Cancer Research UK.

Pesquisadores combinaram software retirado do estudo da ecologia com análise de imagem e analisou 1.026 amostras de tumores de mama não tratados em três hospitais diferentes.

Eles analisaram três tipos distintos de células – células cancerosas, linfócitos do sistema imunológico e células do estroma, que produzem tecido conjuntivo – no lugar de espécies de animais e plantas em ecossistemas naturais.

Pacientes com tumores de alto grau maior do que cinco centímetros de diâmetro, cujos tumores pontuaram alto no Index de Diversidade de Ecossistema tiveram uma chance de sobrevivência de cinco anos de 16% em comparação com 50% para os tumores com pontuação de baixa diversidade.

Os pesquisadores do ICR também analisaram o Index de Diversidade de Ecossistema além de fatores genéticos – a primeira vez que um estudo analisou o impacto de diferentes tipos de células em torno de um tumor, juntamente com a informação genética.

Eles descobriram que os pacientes que tiveram tumores com uma pontuação de elevada diversidade em conjunto com mutações no gene supressor de tumores P53 tinham poucas chances de sobrevivência.

O líder do estudo, Dr. Yinyin Yuan, líder da equipe no Centre for Evolution and Câncer, do ICR, disse: “Nossos resultados mostram que os modelos matemáticos de diversidade ecológica podem detectar cânceres mais agressivos. Ao analisar imagens do ambiente em torno de um tumor com base em princípios de seleção natural darwiniana, podemos prever a sobrevivência em alguns tipos de câncer de mama ainda mais eficaz do que muitas das medidas usadas atualmente na clínica.”

“No futuro, esperamos que através da combinação de pontuação de diversidade celular com outros fatores que influenciam a sobrevivência de câncer, tais como genética e tamanho do tumor, nós seremos capazes de distinguir os pacientes com doença mais ou menos agressiva, para que possamos identificar aqueles que possam precisar de diferentes tipos de tratamento”.

Dr Rachael Natrajan, líder da equipe do Breast Cancer Now Toby Robins Research Centre, do ICR, disse: “Nós já sabíamos há algum tempo que a diversidade genética entre as células cancerosas em tumores está associada com doença mais agressiva e os nossos novos resultados também mostram que diversidade de células dentro do microambiente do tumor também contribui para o câncer de mama agressivo. A integração da nossa nova medida com alterações genéticas pode realmente fornecer informação prognóstica adicional da genética por si só e pode abrir o caminho para uma nova onda de biomarcadores de diagnóstico.”

O professor Paul Workman, Chefe Executivo do ICR, disse: “Este genial estudo combinou técnicas desenvolvidas em ecologia e biologia celular com tecnologia de visão por computador para desenvolver um teste preditivo totalmente novo que pode vir a ser utilizado para pacientes na clínica.”

“Isso nos ensina uma lição valiosa – devemos sempre lembrar que as células cancerosas não estão se desenvolvendo e crescendo de forma isolada, mas fazem parte de um ecossistema complexo que envolve as células humanas normais também. Através de uma melhor compreensão destes ecossistemas, nosso objetivo é criar novas formas de diagnosticar, monitorizar e tratar o câncer”.

Fontes: ICR – Institute of Cancer Research, INCA – Instituto Nacional de Câncer.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Imunoterapia: uma novo tratamento para o câncer

Há várias formas de imunoterapia contra o câncer já atualmente em uso. Porém, há um tratamento mais inovador e espera-se que ele possa começar a ser utilizado em pacientes já em 2017.

Cientistas americanos informaram que este tipo de tratamento só funciona, atualmente, contra alguns tipos de câncer, são câncer do sangue: alguns linfomas e algumas formas de leucemia.

E como funciona?

O tratamento é feito exclusivamente para cada paciente. Para cada paciente são retiradas as células T (células do sistema imunológico que são como soldados que atacam os invasores). Porém essas células T não atacam as células cancerosas porque são células do próprio organismo do paciente e não são identificadas como invasoras.

Em laboratório, os cientistas retiram as células T e modificam-nas geneticamente, introduzindo um vírus que leva para dentro da célula T uma proteína que reagirá ao encontrar as células cancerosas, identificando-as como invasoras.

Essa proteína identificará outra proteína, presente na superfície dessas células cancerosas, e as células T matarão as células cancerosas.

Os cientistas afirmam que cada célula dessa fabricada em laboratório, geneticamente modificada, pode matar até 100 mil células cancerosas. Testes já foram realizados em centenas de pacientes. Em alguns pacientes o resultado não foi positivo e o câncer voltou, porém, a margem de sucesso foi muito grande.

Fonte: Globonews.

sábado, 8 de outubro de 2016

Exercícios Físicos x Prevenção contra o Câncer

A aparente relação entre exercícios e prevenção ao câncer tem chamado mais atenção da ciência, e alguns estudos indicam que a atividade física parece ter um efeito protetor contra ao menos quatro tipos diferentes da doença: o de mama, especialmente na pós-menopausa; o de cólon; o de endométrio (útero); e alguns casos de câncer gastrointestinal superior.

Mais ainda, pesquisas apontam que estar em forma ajuda também na recuperação de pacientes, em paralelo ao tratamento da doença.

Foram feitos alguns estudos epidemiológicos. Um estudo publicado recentemente indica que cerca de 10% dos casos de câncer de mama após a menopausa registrados na região da Ásia-Austrália podem ser atribuído diretamente à inatividade física. Isso quer dizer que um em cada 10 casos desse tipo de câncer estava vinculado à falta de exercícios.

Diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmam que deveríamos fazer cerca de 150 minutos de exercício de intensidade moderada por semana. Isso significa, por exemplo, uma caminhada de passo rápido ou um passeio de bicicleta, Portanto, cinco vezes por semana, com 30 minutos de exercício moderado a cada sessão.

No caso de exercícios de alta intensidade, como jogar futebol ou correr, 75 minutos por semana já seriam suficientes para reduzir riscos à saúde.

Há indícios de que a atividade física e a boa forma têm um efeito importante nos índices de sobrevivência ao câncer. Indivíduos que têm melhor estado físico têm também índices de sobrevivência maiores em cinco ou dez anos, algo que se mantém inclusive quando se leva em conta outros fatores de risco, como obesidade ou tabagismo. Além do mais, uma pessoa com um bom estado físico tem mais possibilidades de suportar o tratamento contra o câncer, que muitas vezes inclui grandes cirurgias. Essas pessoas toleram melhor a quimioterapia. E estão começando a surgir indicadores de que elas sofrem efeitos secundários menos tóxicos por conta dos medicamentos.

Que tal começar a se exercitar?

Fonte: http://institutosetoque.org.br/



quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Autoexame da Mama - Como fazer?


Segundo o Grupo Brasileiro de Estudos do Câncer de Mama (GBECAM), o autoexame é uma ferramenta muito importante para que você conheça suas mamas e possa notar qualquer alteração visível ou palpável, mas não substitui a mamografia. O exame mamográfico é capaz de revelar tumores impalpáveis, ou seja, que estão em um estágio muito inicial de desenvolvimento.

Quanto mais precoces são a identificação e o tratamento do câncer de mama, maiores serão as chances de cura e redução da mortalidade. Por isso, é fundamental a realização da mamografia periódica, de acordo com a sua idade e o risco pessoal de desenvolvimento de câncer, independente da realização mensal do autoexame.

Confira o passo do autoexame das mamas com a Dra. Michelle Miya.


Fonte : http://institutosetoque.org.br/

terça-feira, 4 de outubro de 2016

A importância da Mamografia

O principal exame de rastreamento do câncer de mama, a mamografia, ainda não é realizado anualmente por grande parte das mulheres, afirmam os especialistas. Consultar um médico regularmente e, a partir dos 40 - ou antes, se for uma paciente de risco - realizar a mamografia todos os anos é uma medida simples e eficaz, que contribui com o diagnostico precoce.

A principal função do exame é diagnosticar lesões precoces, não palpáveis em estágio subclínico. Quando descoberto no início, a chance de sucesso no tratamento do câncer de mama supera os 90%.

No dia agendado, não devem ser utilizados desodorantes, cremes, talcos ou qualquer produto cosmético nas regiões mamárias e axilares. Afinal, esses produtos podem conter componentes metálicos que aparecem na imagem, sendo confundidos com microcalcificações, um dos principais indícios do câncer de mama. Após o exame, não são necessários cuidados especiais.

O resultado da mamografia indicará se há necessidade de complementação com outros exames, como a ultrassonografia e a ressonância magnética. As mamas são muito heterogêneas e diferentes, tanto pela composição do tecido, quanto pelo formato. 

A recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia é que as mulheres iniciem a mamografia a partir dos 40 anos, com periodicidade anual, até os 69 anos. Para quem tem casos de câncer de mama na família, a idade deverá ser antecipada e deve-se manter um acompanhamento clínico especializado. Homens também podem ter câncer de mama, mas a realização da mamografia é recomendada apenas em caso de suspeita.

domingo, 2 de outubro de 2016

Outubro Rosa

O movimento popular Outubro Rosa é internacional e começou na década de 1990 para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. Durante este mês, iremos compartilhar informações sobre o câncer, afinal informação e prevenção são as melhores armas contra a doença.

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil. Depois do câncer de pele não melanoma, responde por cerca de 25% dos casos novos a cada ano. Para estimular a detecção precoce da doença e conscientizar a população, começa, neste mês, a campanha Outubro Rosa. Neste ano, a ação terá como tema "Câncer de mama: vamos falar sobre isso?"

A mensagem reforça o debate para que a população participe ainda mais das atividades promovidas em todo o País. Além de enfatizar a importância de a mulher conhecer suas mamas e ficar atenta às alterações suspeitas. As ações de conscientização visam disseminar o maior volume possível de informações sobre acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento, contribuindo para a redução da mortalidade.

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação de células anormais da mama, que formam um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido enquanto outros são mais lentos.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), são esperados 57.960 casos novos de câncer de mama este ano no Brasil. A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença (cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos). Outros fatores que aumentam o risco da doença são fatores ambientais e comportamentais, Fatores da história reprodutiva e hormonal e Fatores genéticos e hereditários.

Em grande parte dos casos, o câncer de mama quando detectado em fases iniciais há mais chances de de tratamento e cura. Todas as mulheres, independentemente da idade, podem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ALIMENTOS QUE AJUDAM NA PREVENÇÃO DO CANCER

Muitos componentes da alimentação têm sido associados com o processo de desenvolvimento do câncer, principalmente câncer de mama, cólon (intestino grosso) reto, próstata, esôfago e estômago. Por isso, manter uma alimentação balanceada é de fundamental importância não só para manter o seu corpo em forma, mas também para preservar a sua saúde. Algumas pequenas mudanças nos nossos hábitos alimentares podem nos ajudar a reduzir os riscos de desenvolvermos câncer. Veja algumas dicas para colocar mais cor no seu prato e mais saúde no seu dia a dia.


  • Coma mais frutas vermelhas, como framboesa e amora, que contêm fitonutrientes anticancerígenos chamados antocianinas que retardam o crescimento de células pré-malignas e evitam a formação de novos vasos sanguíneos, que podem alimentar um tumor. Esses alimentos também são ótimas fontes de vitamina C, flavonóides e fibras, essências ao funcionamento do organismo.

  • Uma pesquisa feita pela Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos, revelou que a cenoura é um alimento eficaz na prevenção contra o câncer de mama. A descoberta surgiu após o acompanhamento de 12 mil mulheres, 5.700 com câncer de mama e 6.300 saudáveis, que serviram como grupo de controle. Após terem sua dieta controlada, constatou-se que consumir duas porções do vegetal todos os dias reduz o risco de desenvolver a doença em até 17%. 

  • Estudos já mostraram que flavonóides, presentes na uva, podem retardar o crescimento de células malignas no organismo.

  • Em estudo publicado na revista Cancer Prevention Research, da Associação Americana para Pesquisa sobre Câncer, mostrou que romãs podem ajudar na prevenção contra o câncer de mama. Eles analisaram a interação dos compostos do fruto com a enzima aromatase, responsável pela produção de estrogênio e fundamental para o surgimento de células cancerígenas. Concluíram, então, que o fruto inibe sua ação.

  • Recomenda-se o consumo de meia xícara de chá de brócolis por dia.Todos os vegetais crucíferos (couve-flor, repolho, couve) contêm propriedades anticancerígenas, mas o brócolis é o único com quantidade considerável de sulforafano, um composto que estimula as enzimas protetoras do corpo e elimina substâncias cancerígenas. Um estudo em ratos da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, descobriu que o sulforafano também tem como alvo as células-tronco do câncer, que ajudam no crescimento do tumor. O alimento ajuda a combater câncer de mama, fígado, pulmão, próstata, pele, estômago e bexiga. 

  • Pesquisadores do Comprehensive Cancer Center, da Universidade de Michigam, nos Estados Unidos, afirmam que especiarias, como pimenta preta e curry, podem atuar na diminuição do aparecimento de células cancerígenas sem danificar as células saudáveis da mama.

  • Soja e derivados, como leite de soja e tofu, contêm nutrientes em sua composição chamados fitoestrogênio. Ele é similar ao hormônio estrogênio natural, produzido pelo corpo feminino a partir da adolescência e, por isso, ocorre uma competição entre ambos dentro do nosso organismo. 

  • O tipo de preparo do alimento também influencia no risco de câncer. Tente adicionar menos sal na hora de fazer a comida, aumentando o uso de temperos como azeite, alho, cebola e salsa. A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo de até 5 g de sal ou 2 g de sódio por dia, ou seja, o equivalente a uma tampa de caneta cheia. Ao fritar, grelhar ou preparar carnes na brasa a temperaturas muito elevadas, podem ser criados compostos que aumentam o risco de câncer de estômago e coloretal. Por isso, métodos de cozimento que usam baixas temperaturas são escolhas mais saudáveis, como vapor, fervura, pochê, ensopado, guisado, cozido ou assado.

domingo, 19 de outubro de 2014

COMO FAZER O AUTO EXAME DAS MAMAS

Um dos primeiros passos para se prevenir o câncer de mama é realizar o auto exame das mamas. É simples e fácil. Você pode realizá-lo periodicamente durante banho. Durante a palpação da mama, observe o surgimento de nódulos, note sua consistência, mobilidade, limites, localização, tamanho.  A dor também deve ser considerada, embora não seja freqüente em casos de câncer de mama. Nódulos que surgem antes da menstruação e desaparecem após a mesma, geralmente não têm valor clínico importante.O uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, período pré menstrual, amamentação, gestação e aborto recente podem influenciar e dificultar a identificação de nódulos.

Veja o passo a passo para realizar o autoexame:

  • Coloque as mãos na cintura e observe o formato, tamanho e contorno de suas mamas (observe se estão iguais, simétricas). Veja se existem pregas, depressões ou alterações na pele da mama, aréola e mamilo.

  • Coloque as mãos para o alto e fique atenta aos mesmos sinais de igualdade da pele já descritos.
É uma oportunidade única de observar sua simetria mamária. Observe se as mamas estão alinhadas, assim como as aréolas e mamilos. Eles deverão sempre estar na mesma linha. Observe se o sutiã faz marca só em uma mama, e qual é o local para verificar se há edema (inchaço).

  • Ensaboe bem as mamas e axilas, deste modo suas mãos percorrerão melhor e facilitará o exame. Coloque o braço atrás da nuca, coluna reta e com a ponta dos dedos percorra todas as áreas da mama em movimentos circulares de fora para dentro, procurando por espessamentos ou caroços. Use a mão direita para examinar a mama esquerda e vice-versa. Você também poderá realizar esse exame fora do chuveiro, com maior atenção.

  • Devem ocorrer da parte externa superior da mama (perto da axila) em direção ao mamilo, de modo firme, mas delicado.

  • Pressione suavemente os mamilos e observe com cuidado a presença de secreções e a presença de lesões na sua pele sensível, assim como nas aréolas.

  • Elas também fazem parte do tecido mamário, e devem ser examinadas do mesmo modo que as mamas. Realize movimentos circulares da mama para axila, observando a presença de caroços na região.


Acostume-se a fazer o exame desde de já! Se detectar qualquer anormalidade, não entre em pânico nem solicite ajuda de quem pouco poderá lhe esclarecer. Procure SEMPRE um médico, lembrando mais uma vez que o auto exame propiciará detectar um possível câncer de mama de modo precoce, aumentando substancialmente suas chances de cura, além de ter a grande possibilidade de uma cirurgia de menor porte para combatê-lo.
 



Fonte: http://www.cancerdemama.com.br

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

O CÂNCER DE MAMA E SEUS DIREITOS

Você sabia que durante o tratamento do câncer de mama alguns direitos são garantidos aos portadores da doença?  Veja alguns desses direitos:

Reabilitação profissional: o serviço da Previdência Social visa readaptar ou reeducar o profissional para o retorno ao trabalho, com o fornecimento de materiais necessários à reabilitação (tais como taxas de inscrição em serviços profissionalizantes e auxílios para transporte e alimentação). Todos os segurados da Previdência têm direito à reabilitação.

Auxílio-doença: você terá direito ao benefício mensal desde que fique por mais de 15 dias com incapacidade para o trabalho atestada por perícia médica da Previdência Social e que tenha contribuído com o INSS por no mínimo 12 meses (embora haja exceções). Compareça pessoalmente ou por intermédio de procurador a uma agência da Previdência Social, preencha o requerimento, apresente a documentação exigida e agende a perícia. O auxílio-doença deixará de ser pago quando você recuperar a capacidade para o trabalho, ou caso o direito se reverta em aposentadoria por invalidez.

Aposentadoria por invalidez: você terá direito ao benefício se for segurada da Previdência Social e a perícia constatar que está incapacitada permanentemente par ao trabalho. Via de regra, é preciso ter contribuído com o INSS por, no mínimo, 12 meses para obter o benefício. Compareça pessoalmente ou por procurador a uma agência da Previdência Social, preencha o requerimento, apresente a documentação exigida e agende a perícia. Você ainda pode requerer o auxílio-doença pela internet, no site da Previdência Social ou pelo telefone gratuito 135.

Isenção de imposto de renda: você tem direito à isenção do imposto de renda sobre os valores recebido a título de aposentadoria, pensão ou reforma, inclusive as complementações recebidas de entidades privadas e pensões alimentícias, mesmo que a doença tenha sido adquirida após a concessão da aposentadoria, pensão ou reforma. Procure o órgão responsável pelo pagamento da aposentadoria, pensão ou reforma e solicite a isenção do imposto de renda que incide sobre esses rendimentos.

IPTU: não existe uma legislação nacional que garanta a isenção do IPTU para pessoas com determinadas patologias, como o câncer de mama, mas, como se trata de um imposto municipal, algumas cidades já garantes a isenção. Informe-se na Secretaria de Finanças do seu município.
Cirurgia de reconstrução mamária: você tem direito a realizar a cirurgia reparadora gratuitamente, tanto pelo SUS como pelo plano de saúde. Se estiver em tratamento no SUS, exija o agendamento da cirurgia no próprio local e, se não estiver, dirija-se a uma Unidade Básica de Saúde e solicite seu encaminhamento para uma unidade especializada em reconstrução mamária. Pelo Plano de Saúde, consulte um cirurgião credenciado.


A Boutique Sensual Vícios do Prazer também participa da campanha Outubro Rosa.

sábado, 11 de outubro de 2014

CÂNCER DE MAMA: SEXUALIDADE E SENSUALIDADE

Durante o tratamento do câncer de mama é comum algumas algumas pessoas terem sentimentos que vão afetar a sua auto estima e interferir na sua libido. Por isso reconhecer esses sinais e entender que estes transtornos podem afetar são causados por situações físicas é fundamental para se possa levar uma vida sexual saudável.

O câncer de mama pode gerar uma série de sentimentos, diversos altos e baixos. Isso tudo é normal – o ser humano é cheio de emoções e a presença do câncer de mama pode maximizar esse aspecto. Entenda que alguns dias serão melhores que outras, mas não permita que o mal estar se persista. O importante é que você não se desespere em meio aos sentimentos que experimenta. Se você perceber algum sinal de depressão, como tristeza profunda, falta de sono e apetite, insegurança e desânimo, converse com seu oncologista sobre o assunto. 

Outro fator que mexe muito com as pacientes em tratamento é a queda de cabelos e a mastectomia. Esses pontos são os que mais podem afetar a autoestima da paciente. O ideal é não se render a esses sentimentos e procurar saídas para esses incômodos, que são pequenos perto da qualidade de vida e da

  • Fale com seu parceiro ou parceira: converse sobre a diminuição da libido para que a pessoa não se sinta rejeitada e confusa com seu possível desinteresse sexual. A comunicação aberta poderá ajudar a buscar maneiras criativas de despertas a sua libido. 
  • Fale com seu oncologista: seu médico pode prescrever medicamentos para combater os efeitos colaterais do tratamento, motivos que levam ao desinteresse sexual. 
  • Fale com um psicólogo: o profissional pode ajudar identificando e tratando os obstáculos emocionais que colaboram com o desinteresse sexual.
Fonte: www.minhavida.com.br

domingo, 5 de outubro de 2014

OS MITOS DO CÂNCER DE MAMA

Todos sabem da mobilização mundial contra o câncer de mama no mês de outubro. Por isso, durante todo esse mês, nosso blog está fornecendo várias informações sobre doença. Sabemos que no Brasil, o câncer de mama é uma das variações do câncer que mais atinge as mulheres e muitas vezes levando ao óbito. Por isso é importante saber prevenir ou diagnosticar a doença no seu estágio inicial, pois quanto mais cedo começar o tratamento maiores são as chances de cura.
Devido ao grande número de casos e falta de informação de muitas vezes, surgiram vários mitos em torno da doença. Veja alguns deles e aprenda como se prevenir corretamente:


MITO 1: O CÂNCER DE MAMA SEMPRE APARECE COM UM CAROÇO

Existem duas formas principais de aparecimento do câncer de mama. "A primeira delas é o nódulo ou caroço, como é popularmente conhecido", afirma o mastologista Eduardo Millen, diretor da Sociedade Brasileira de Mastologia. A outra forma mais comum é a microcalcificação. "Neste caso, apenas a mamografia consegue fazer o diagnóstico precoce, quando ele tem, no mínimo, 1 milímetro", aponta. Em torno de 1,5 e 2 centímetros, essa calcificação já consegue ser identificada pelo exame clínico feito por um bom mastologista. Há casos menos comuns ainda em que ocorre uma secreção sanguinolenta pelo mamilo de forma espontânea ou descamação da auréola e do mamilo.


MITO 2: TODO CAROÇO NA MAMA É UM CÂNCER

Nem todo caroço na mama é um câncer. "Na verdade, a maioria dos nódulos que surgem são benignos", afirma o mastologista Silvio Bromberg, do Hospital Albert Einstein. Geralmente, eles são fibroadenomas ou proliferações das células da glândula mamária. Existem ainda os falsos nódulos ou cistos. Neste caso, o potencial de malignidade é nulo, já que o caroço não é nem mesmo sólido.
De qualquer maneira, qualquer paciente que identificar um caroço no seio deve procurar um mastologista, independente da idade. Mesmo um nódulo benigno pode exigir acompanhamento médico para que não cresça ou se torne maligno.

MITO 3: ANTITRANSPIRANTE E DESODORANTES FAVORECEM O APARECIMENTO DE CÂNCER DE MAMA

"Não há qualquer relação entre o uso de antitranspirantes ou desodorante e o câncer de mama", afirma a mastologista Maria do Socorro Maciel, diretora de mastologia do Hospital A. C. Camargo. Nenhum estudo comprovou que o uso, seja de produtos roll on, spray ou aerosol, favoreça o desenvolvimento da doença.

MITO 4: APENAS MULHERES COM HISTÓRICO DE CÂNCER DE MAMA NA FAMÍLIA PODEM TER A DOENÇA 

"Qualquer pessoa em qualquer idade pode desenvolver um câncer de mama, independente do sexo, da cor ou do histórico familiar", afirma o mastologista Eduardo. Ele aponta, entretanto, que alguns pacientes apresentam um risco maior de ter a doença do que outras. Elas se enquadram nos chamados 'grupos de risco'.

O primeiro grupo de risco é o daqueles que têm dois ou mais parentes que tiveram câncer de mama ou de ovário antes da menopausa, no caso das mulheres. O segundo se refere aos grupos que apresentaram mutações genéticas diretamente ligados ao câncer de mama. O terceiro grupo inclui pacientes que receberam tratamento contra o câncer com radioterapia no tórax antes dos 25 anos. "Depois dessa idade, o DNA não sofre mutações que podem favorecer o câncer de mama", diz o especialista.
Quem pertence a um desses grupos deve começar a fazer exames de mamografia a partir dos 25 anos, aproximadamente. As demais pessoas devem começar a prevenção com a mamografia a partir dos 40 ou 50 anos.

MITO 5: A BIÓPSIA DO CÂNCER DE MAMA PODE CAUSAR  PODE METÁSTASE 

"A metáfase pode acontecer quando o câncer apresenta células capazes de se deslocar e implantar em outras partes do corpo, o que independe da realização ou não de uma biópsia", afirma a mastologista Maria do Socorro.

MITO 6: SUTIÃ APERTADO PODE CAUSAR CÂNCER DE MAMA

Com ou sem aro, com ou sem bojo, com alças largas ou finas, não importa. "O sutiã não favorece o desenvolvimento do câncer de mama", afirma o mastologista Eduardo. Nenhum estudo foi capaz de provar ação de causa e efeito.


MITO 7: AUTOEXAME DISPENSA A MAMOGRAFIA 

O autoexame das mamas caiu por terra. "Nenhum estudo conseguiu provar que ele diminui a mortalidade por câncer de mama", afirma o especialista Silvio. Por isso, nada dispensa consultas com mastologistas ou exames de mamografia. De qualquer forma, o toque durante o banho ou em outro momento mais calmo ajuda a identificar lesões ou nódulos. Quando isso acontece, a primeira medida é procurar um médico para uma avaliação mais detalhada.

MITO 8: MULHERES COM SEIOS PEQUENOS NÃO TEM CÂNCER DE MAMA 

"A chance de uma mulher desenvolver câncer de mama não está relacionada ao tamanho dos seios", afirma o mastologista Eduardo. Verdadeiros fatores de risco são a obesidade, a hereditariedade e o cultivo de maus hábitos, como fumar.


MITO 9: PRÓTESES DE SILICONE FAVORECEM  O DESENVOLVIMENTO DO CÂNCER DE MAMA

"Próteses de silicone não aumentam o risco de desenvolver o câncer de mama", diz o especialista Silvio. Antes de fazer o implante, entretanto, recomenda-se realizar uma consulta com um mastologista para ter certeza de que não há qualquer nódulo nas mamas.


MITO 10: PRÓTESES DE SILICONE ATRAPALHAM O DIAGNÓSTICO DO CÂNCER DE MAMA, PIORANDO O TRATAMENTO

Em maio de 2013, o periódico científico British Medical Journal publicou um estudo realizado na Universidade Laval, no Canadá, que sugere que a colocação de próteses de silicone dificulta o diagnóstico precoce do câncer de mama. Os pesquisadores apontam que os implantes podem dificultar a visualização do tecido mamário através de exames de imagem, como a mamografia e a ultrassonografia.

No entanto, não há consenso científico quanto às limitações dos exames de imagem em pacientes que possuem próteses de silicone nas mamas. É preciso que mais estudos sejam realizados para que haja uma resolução definitiva. Por hora, é recomendado apenas que pacientes com alto risco para o desenvolvimento do câncer de mama como as que têm casos próximos da doença na família evitem a colocação das próteses.


Todas as informações foram retiradas do site Minha Vida (http://www.minhavida.com.br)

sábado, 4 de outubro de 2014

PREVENINDO O CÂNCER DE MAMA - O QUE EU POSSO FAZER?

A maior chance de cura é por meio do diagnóstico precoce. Um câncer de mama diagnosticado no estadio 0 ou 1 chega a ter mais 90% de chance de cura. Já um câncer de mama no estadio 3 ou 4 tem de 30 a 40% de chance de cura total. Mas isso não é motivo para desistir ou achar que o seu caso não tem cura – com o tratamento adequado e força de vontade, todo o obstáculo é transpassado. Mesmo cânceres em estadios mais avançados podem responder bem ao tratamento, podendo ser operados e retirados completamente. Por isso é importante conversar com seu médico e sempre buscar novas formas de lidar com o câncer de mama. E todos nós sabemos que a prevenção é o melhor caminho. Por isso, fique atenta e veja o que você pode fazer para prevenir o câncer de mama:

Exercícios

Um estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute apontou que adolescentes praticantes de exercícios físicos intensos diminuem as chances de sofrer de câncer de mama na fase adulta em até 23%. Nessa análise, a prática de atividade física deveria começar por volta dos 12 anos e durar por pelo menos dez anos para que a proteção contra a doença seja notada. Os exercícios são capazes de reduzir os níveis de estrógeno, hormônio relacionado ao risco de câncer. A prática de exercícios também diminui o estresse e ajuda no controle do peso, fatores que também influenciam no desenvolvimento de câncer de mama.

Amamentação

Mulheres que amamentam os seus filhos por, pelo menos, seis meses, têm 5% menos chances de desenvolver câncer de mama. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, da sua corrente sanguínea.

Dieta balanceada

Manter uma dieta adequada ajuda no controle do peso, na prevenção de doenças crônicas e melhora a saúde como um todo. Além disso, um corpo saudável trabalha melhor, prevenindo o surgimento de tumores. Mulheres que consomem vegetais com frequência têm até 45% menos chances de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo realizado pela Boston University. Alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças verdes são ricos em glucosinolatos, que são aminoácidos com um papel importante na prevenção e tratamento de câncer de mama.

Estresse

Mulheres que vivem uma rotina muito agitada e estressante têm quase o dobro de chances de desenvolver câncer de mama, quando relacionada a outros fatores de risco. Técnicas de respiração, meditação e relaxamento, praticadas em Tai Chi e ioga, ajudam a controlar o estresse e a ansiedade.

Álcool

O consumo de apenas 14 gramas de álcool por dia pode aumentar as chances de câncer de mama em 30%. O mecanismo de ação pelo qual o consumo de álcool aumenta o risco de câncer de mama ainda permanece desconhecido, mas sabemos que ele influencia as vias de sinalização do estrógeno.

Controle do peso

Ao atingir a menopausa, mulheres com sobrepeso ou obesidade correm mais risco de desenvolver câncer de mama. E mais: o excesso de peso ainda aumenta as chances do câncer ser mais agressivo.

Faça a mamografia

A maioria das mulheres devem começar a fazer mamografias anualmente após os 50 anos, mas, para quem tem histórico familiar de câncer de mama, o exame deve começar 10 antes do caso mais precoce na família. Assim se um parente próximo teve câncer de mama aos 40, é preciso começar a fazer mamografias anualmente a partir dos 30 anos. Fazer a mamografia anualmente em idade adequada pode reduzir a morte por câncer de mama em até 30%, segundo um estudo publicado na revista Radiology.

Parte deste texto foi extraído de www.minhavida.com.br


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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

CÂNCER DE MAMA - INFORMAÇÕES

Mamas são glândulas cuja principal função é a produção do leite, que se forma nos lóbulos e é conduzido até os mamilos por pequenos canais chamados ductos. Quando as células da mama passam a dividir-se de forma desordenada, um tumor maligno pode instalar-se principalmente nos ductos e mais raramente nos lóbulos.

Câncer de mama é uma doença que acomete mais as mulheres. São fatores de risco a idade avançada, a exposição prolongada aos hormônios femininos, o excesso de peso e a história familiar ou de mutação genética. Ser portadora dos genes BRCA1 e BRCA2 é um fator de risco importante.

Estão também mais propensas a desenvolver a doença por causa da longa exposição aos hormônios femininos, as mulheres que não tiveram filhos ou tiveram o primeiro filho após os 35 anos, não amamentaram, fizeram uso de reposição hormonal (principalmente com estrogênio e progesterona associados), menstruaram muito
cedo (antes dos 12 anos) e entraram mais tarde na menopausa (acima dos 50 anos). No entanto, há casos de mulheres que desenvolvem a doença sem apresentar fatores de risco identificáveis.

Sintomas

Em geral, o primeiro sinal da doença costuma ser a presença de um nódulo único, não doloroso e endurecido na mama. Outros sintomas, porém, devem ser considerados, como a deformidade e/ou aumento da mama, a retração da pele ou do mamilo, os gânglios axilares aumentados, vermelhidão, edema, dor e a presença de líquido nos mamilos.

Diagnóstico

A mamografia (raios-X das mamas) é o exame mais indicado para detectar precocemente a presença de nódulos nas mamas. O exame clínico e outros exames de imagem e laboratoriais também auxiliam a estabelecer o diagnóstico de certeza.

Apesar de a maioria dos nódulos de mama ter características benignas, para afastar qualquer erro de diagnóstico, deve ser solicitada uma biópsia para definir se a lesão é maligna ou não e seu estadiamento (análise das características e da extensão do tumor).

Tratamento

As formas de tratamento variam conforme o tipo e o estadiamento do câncer. Os mais indicados são: quimioterapia (uso de medicamentos para matar as células malignas), radioterapia (radiação), hormonoterapia (medicação que bloqueia a ação dos hormônios femininos) e cirurgia, que pode incluir a remoção do tumor ou mastectomia (retirada completa da mama).

O tratamento pode, ainda, incluir a combinação de dois ou mais recursos terapêuticos.

Recomendações

* Faça o autoexame das mamas mensalmente, de preferência no 7º ou 8º dias após o início da menstruação, se você é mulher e tem mais de 20 anos, pois cerca de 90% dos tumores são detectados pela própria paciente;

* Procure o médico para submeter-se ao exame das mamas a cada 2 ou 3 anos, se está entre 20 e 40 anos; acima dos 40 anos, realize o exame anualmente;

* Não se esqueça de que a mamografia deve ser realizada todos os anos;

* Atenção: embora menos comum, o câncer de mama também pode atingir os homens. Portanto, especialmente depois dos 50 anos, eles não podem desconsiderar sinais da doença como nódulo não doloroso abaixo da aréola, retração de tecidos, ulceração e presença de líquido nos mamilos.

Fonte: http://drauziovarella.com.br/


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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

OUTUBRO ROSA - QUANDO E COMO SURGIU

No mês de outubro, várias entidades, empresas e pessoas aderem ao movimento mundial conhecido como: "Outubro Rosa". O principal objetivo dessa campanha é conscientizar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer mama. Mas você sabe como e quando surgiu? Conheça um pouco da história de uma das campanhas de saúde de maior alcance mundial.

"O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). 

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente."

Fonte: http://www.outubrorosa.org.br/




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