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sábado, 8 de outubro de 2016

Exercícios Físicos x Prevenção contra o Câncer

A aparente relação entre exercícios e prevenção ao câncer tem chamado mais atenção da ciência, e alguns estudos indicam que a atividade física parece ter um efeito protetor contra ao menos quatro tipos diferentes da doença: o de mama, especialmente na pós-menopausa; o de cólon; o de endométrio (útero); e alguns casos de câncer gastrointestinal superior.

Mais ainda, pesquisas apontam que estar em forma ajuda também na recuperação de pacientes, em paralelo ao tratamento da doença.

Foram feitos alguns estudos epidemiológicos. Um estudo publicado recentemente indica que cerca de 10% dos casos de câncer de mama após a menopausa registrados na região da Ásia-Austrália podem ser atribuído diretamente à inatividade física. Isso quer dizer que um em cada 10 casos desse tipo de câncer estava vinculado à falta de exercícios.

Diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmam que deveríamos fazer cerca de 150 minutos de exercício de intensidade moderada por semana. Isso significa, por exemplo, uma caminhada de passo rápido ou um passeio de bicicleta, Portanto, cinco vezes por semana, com 30 minutos de exercício moderado a cada sessão.

No caso de exercícios de alta intensidade, como jogar futebol ou correr, 75 minutos por semana já seriam suficientes para reduzir riscos à saúde.

Há indícios de que a atividade física e a boa forma têm um efeito importante nos índices de sobrevivência ao câncer. Indivíduos que têm melhor estado físico têm também índices de sobrevivência maiores em cinco ou dez anos, algo que se mantém inclusive quando se leva em conta outros fatores de risco, como obesidade ou tabagismo. Além do mais, uma pessoa com um bom estado físico tem mais possibilidades de suportar o tratamento contra o câncer, que muitas vezes inclui grandes cirurgias. Essas pessoas toleram melhor a quimioterapia. E estão começando a surgir indicadores de que elas sofrem efeitos secundários menos tóxicos por conta dos medicamentos.

Que tal começar a se exercitar?

Fonte: http://institutosetoque.org.br/



domingo, 18 de setembro de 2016

Para aumentar o desejo sexual

Para despertar o desejo sexual de uma mulher é necessário chegar ao seu cérebro. É o que afirma Meredith Chivers, uma pesquisadora de sexualidade feminina da Universidade Queens, no Canadá, que explicou que muitas vezes doenças, alterações hormonais, medicamentos e até mesmo o ambiente influenciam o humor erótico das mulheres.

Portanto, fatores como estresse, fadiga, rotina e preocupações podem prejudicar significativamente sua vida sexual, especialmente se somarmos a isto um estilo de vida sedentário.

Também pesquisadores das universidades de Indiana e Texas nos Estados Unidos, descobriram que o exercício antes do sexo pode amplificar o desejo sexual. O estudo foi realizado em mulheres que tomavam antidepressivos, pois estes medicamentos comumente causam a diminuição do desejo sexual.

No entanto, os pesquisadores explicam que estes resultados podem ser aplicados a qualquer mulher. 
A pesquisa mostrou que, quando as mulheres se exercitam antes de ir para a cama com seu parceiro relataram níveis significativamente mais elevados de desejo sexual. Isto porque, o exercício desencadeia a libertação de endorfinas, as hormonas do bem-estar. Também aumenta a testosterona, que é um dos verdadeiros afrodisíacos naturais do corpo para homens e mulheres. 

Veja alguns exercícios que podem contribuir para sua saúde física e ainda refletir no seu bem estar sexual:

1- Cardio e aeróbica - O sexo apaixonado estimula o coração e, à semelhança do exercício vigoroso, estimula o sistema nervoso simpático fazendo aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial. Exercícios aeróbicos regulares, tais como correr, andar de bicicleta, natação ou apenas andar a um ritmo acelerado, irão manter o coração preparado para todo o tipo de emoções debaixo dos lençóis. Um estudo recente demonstrou que mulheres que assistiram a um filme erótico, após 20 minutos de exercício, sentem-se mais excitadas e demonstram aumento do fluxo sanguíneo para os órgãos genitais comparando com o grupo de mulheres que visualizaram o filme sem praticar exercício antes. Sentir o nosso próprio corpo a trabalhar é onde começa a excitação.



2- Treino da força interior - Pilates é sinônimo de força interior. A rotina deliberada e concentrada de aprender a reconhecer as estruturas complexas de músculos e ligamentos permitem mantermo-nos firmes e eretos e viver sem dores nas costas. 






3- Ganhar músculo - Manter o seu corpo forte e ágil, quer seja através de uma rotina regular de flexões e agachamentos ou de um programa de levantamento de pesos, é importante para sexo bom. Não só o corpo mantem o vigor mais tempo, como a massa muscular evita que a pessoa se magoe com facilidade. O físico traduz-se no emocional e mental, o que significa que quando se sentir fraco fisicamente isso terá repercussões no seu estado mental e emocional.





4- Flexibilidade - Aquilo que dá sentido à nossa força tanto na cama como no resto da nossa vida é a nossa flexibilidade. Dedicar tempo a sentir o nosso ser e a libertar a tensão que reside no nosso corpo é uma metáfora para a vida. Aprender a manter posições de flexibilidade e a tornar as nossas pernas, tronco e zona pélvica ágeis e flexíveis dá-nos a capacidade de responder sexualmente. Uma vez mais, aquilo que vive dentro de nós reflete-se muitas vezes fisicamente no nosso mundo emocional e mental. Tornar o nosso corpo flexível ensina-nos a descomprimir e relaxar. Alguns exercícios bons para incluir no dia-a-dia são as aberturas pélvicas que estendem os quadris e despertam o desejo sexual escondido no nosso corpo.

Enquanto o sexo em si talvez seja o exercício mais divertido e gratificante, alargar horizontes e experimentar a força, resistência e flexibilidade que vivem no nosso corpo irão não só melhorar o estado de saúde, como também aumentar o bem-estar e a experiência sexual de uma maneira que dificilmente consegue imaginar!


Bora fazer exercícios?

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Ben-Wa e colar Tailandes: exercitando a coordenação motora da vagina

Bolinhas Tailandesas
Para exercitar a coordenação motora da vagina, existe instrumento chamado colar tailandês, que consiste em uma linha de silicone ligada a duas ou mais bolas pequenas do mesmo material.

Opte pelos materiais feitos com silicone, pois facilitam a execução dos movimentos e são mais higiênicos. Vale reforçar que o colar não deve ser confundido com o Ben-wa - instrumento que possui mais de duas bolas grandes, com sinos no interior de cada uma.

O colar tailandês ajudará a treinar a contração e o relaxamento vaginal de forma mais habilidosa, permitindo com isso o ganho da coordenação motora dessa musculatura.Com a ajuda das mãos, contraia e relaxe a musculatura da vagina até conseguir "sugar" as bolinhas. Quando ganhar mais habilidade, tente realizar essa sucção sem a ajuda das mãos. Quem não possui o cordão para fazer o exercício, pode treinar a coordenação motora contraindo e relaxando a musculatura vaginal no mesmo ritmo de uma música, por exemplo.

Ben Wa
Durante a relação sexual, a mulher poderá simular os mesmos movimentos de contração e relaxamento em diferentes ritmos.

Para o fortalecimento dos músculos da vagina você deverá usar o Ben Wa. O Ben Wa é um acessório que consiste em duas, três ou mais bolinhas interligadas por um fio bem macio, e medem aproximadamente 3,5 cm de largura e têm um peso solto em seu interior. Você deve fazer a assepsia das bolinhas antes e depois de usá-las, e também lubrificá-las. 
Inspire pelo nariz e introduza a primeira bolinha na vagina. Movimente alternadamente os anéis musculares de fora para dentro, forçando a entrada da segunda bolinha. Relaxe expirando pela boca. Em seguida, inspire pelo nariz e faça movimento contrário para expulsar cada bolinha e relaxe, expirando pela boca. No início você deverá usar uma das mãos tanto para auxiliar na entrada como na saída das bolinhas.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Atividades físicas que melhoram o desempenho na cama


Você sabia que os exercícios além de contribuir para boa forma e para sua saúde, também podem ajudar a melhorar sua vida sexual?



Pois é, existem exercícios para a área da pélvis que trabalham o bumbum e as pernas e  de quebra facilitam o prazer na hora H.

Veja quatro exercícios que você pode fazer na sala da sua casa e que vão melhorar a sua sexualidade:



Rotação da pélvis

Lembra das brincadeiras com o bambolê? Esse exercício lembra essas brincadeiras... Com as pernas abertas e as mãos na cintura, faça círculos com a pélvis sobre o eixo do corpo, como se estivesse num bambolê.

Balanço de pélvis

Deitada de barriga para cima, inspire e levante a pélvis, arqueando as costas. Ao expirar, volte a pélvis à posição inicial lentamente. Esse exercício também ajuda a aliviar cólicas menstruais!

Elevação da pélvis


Também de barriga para cima, com os joelhos dobrados e levantados, inspire e mexa levemente a pélvis, levantando a parte inferior das costas. Ao expirar, levante ligeiramente a pélvis até que ela saia do chão. Continue neste movimento, levantando vértebra por vértebra da coluna, até que sinta só os ombros e os pés no chão. Volte à posição inicial lentamente.

Rotação de quadris


De pé, com as pernas abertas e levemente flexionadas e com as mãos nos quadris, gire a pélvis várias vezes para frente, para trás e para os lados. A chave é fazer com que os seus quadris façam todos os movimentos, deixando as pernas relaxadas. 


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

ATIVIDADE FÍSICA PODE LEVAR A MULHER AO ORGASMO
















Abdominal: o exercício foi um dos associados pelas mulheres ao orgasmoSIMONE MARINHOEE


Um estudo feito pela Universidade de Indiana revelou exercícios físicos, sem relação sexual ou fantasias agregadas, podem levar ao orgasmo feminino. Esse fenômeno é conhecido como coregasmo e vêm ganhando a mídia há anos. As descobertas foram publicadas numa edição especial da “Sexual and Relationship Therapy”, uma publicação conceituada nas áreas de terapia e saúde sexual.


Os estudo foram conduzidos por Debby Herbenick, codiretora do Centro para Promoção da Saúde Sexual da Escola de Saúde, Educação Física e Recreação  e J. Dennis Fortenberry, professor da Escola de Medicina, ambos da Universidade de Indiana.
De acordo com a pesquisa os exercícios mais comumente associados ao orgasmo induzido pelo exercício foram os abdominais, a escalada em paredes adaptadas ou cordas, o spinning e o levantamento de peso. Segundo Debby, estes dados são importantes porque sugerem que o orgasmo não é necessariamente um evento sexual e podem nos ensinar mais sobre os processos corporais subjacentes às experiências de orgasmo da mulher.

O fenômeno é chamado de “coregasmo” por sua associação aos exercícios que visam aos músculos core, 29 pares que incluem os oblíquos (interno e externo), o transverso do abdômen, os glúteos, o quadrado lombar e os do assoalho pélvico.

Os resultados foram baseados em pesquisas on-line feitas com 124 mulheres que reportaram terem passado pela experiência de orgasmo induzido pelo exercício (EIO, na sigla em inglês) e 246 que tiveram orgasmo em decorrência de relação sexual (EISP). As participantes tinham entre 18 e 63 anos. A maioria estava mantendo um relacionamento ou era casada, e 69% se declararam heterossexuais.

O estudo não determinou o quão comum é para as mulheres terem os dois tipos de orgasmo. Mas os autores ressaltaram que bastaram cinco semanas para recrutar as 370 participantes da pesquisa, sugerindo que o fenômeno não é raro.

Os pesquisadores ainda não conseguiram explicar o mecanismo por trás do orgasmo induzido pelo exercício e nem se os exercícios mencionados na pesquisa podem também melhorar as experiências sexuais das mulheres. Mas, os pesquisadores esperam aprender mais sobre os gatilhos do prazer feminino.