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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

O Pompoarismo na Cama

O tempo para perceber os resultados dos exercícios varia de mulher para mulher. Quando você se sentir preparada (segura) poderá combinar os movimentos e usá-los com o seu parceiro na hora da transa. Segure um pouco a fricção e o vai e vem, opte por posição que você esteja por cima do parceiro (posição cavalgada), para poder brincar com o pênis dele, ou melhor malhar. Os movimentos são os seguintes: 

Chupitar: sugar o pênis fazendo um movimento de sucção com a vagina, como se fosse uma boca chupando uma chupeta; 

Estrangular: a vagina aperta o pescoço da glande; 

Expelir: como o próprio nome já diz, o movimento expele o pênis, só deixando a glande dentro da vagina; 

Ordenhar: parece a ordenha do leite da vaca; 

Revirginar: contrair a vagina a ponto de fechar os lábios vaginais e sua abertura, para dificultar a entrada do pênis, como se fosse virgem; 

Sugar: o parceiro coloca apenas a ponta da glande na vagina e, com movimentos de sucção você faz com que o pênis seja totalmente introduzido; 

Travar: contrai a vagina com força para impedir a saída do pênis. 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Iniciando no Pompoarismo


O primeiro passo para iniciar a técnica de pompoarismo é fazer os exercícios para relaxamento da musculatura vaginal.

A respiração é muito importante para a assimilação dos exercícios, sempre antes de fazer força você deve inspirar pelo nariz e quando relaxar (descontrair) você deve expirar pela boca. Evite respirar muito profundamente, pois o excesso de oxigenação poderá causar tonturas, respire naturalmente.

Existe uma interessante analogia para o treino de relaxamento. Basta imaginar que no canal vaginal existe um elevador. Por meio de contrações na região, sinta que o elevador sobe e depois desce com o relaxamento.

Sendo assim, procure subir o elevador alguns andares até o máximo que conseguir contrair. Depois, vá relaxando, como se estivesse descendo o elevador bem devagar, até conseguir soltar completamente a musculatura. Você poderá fazer esse exercício durante todo o dia. Acredite! Ninguém vai perceber.

No segundo, exercício você se imagina em uma escada, sendo o primeiro degrau na entrada da vagina, o segundo no meio e o terceiro bem perto do útero. Comece as contrações com pouca força, em seguida com força média e até chegar a uma contração mais forte. Esse exercício irá te auxiliar a identificar os anéis vaginais.

Esses exercícios podem ser distribuídos no decorrer do dia e intercalando o primeiro e o segundo.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Sexo: proteção natural existe?

Sabemos o quanto o nosso corpo é alvo de estudo de muitos pesquisadores, e apesar das pesquisas terem descoberto muito a respeito do funcionamento dessa máquina tão complexa, ainda há muitas coisas a serem explicadas. 

Recentemente, uma descoberta deixou muitos boquiabertos por aí... segundo uma pesquisa, a mulher tem uma proteção natural contra as DSTs. Leia e veja o que os pesquisadores descobriram.

"Segundo a nova pesquisa da Universidade da Carolina do Norte (UNC), Estados Unidos, as bactérias presentes na vagina podem proteger a mulher de doenças sexualmente transmissíveis, incluindo a AIDS.

Para o estudo, os cientistas examinaram a mucosa vaginal de 31 mulheres e utilizaram microscópios de alta resolução capazes de proporcionar imagens em sequência ao longo do tempo. Eles queriam verificar se as partículas do vírus da AIDS ficariam presas no muco, ou se elas se espalhariam (o que provocaria uma infecção). Os resultados foram publicados na mBio, uma revista publicada pela Sociedade Americana de Microbiologia.

As bactérias da flora vaginal são consideradas “saudáveis” se uma espécie de bactéria chamada Lactobacillus for predominante, afirmou o autor e líder do estudo, Sam Lai, PhD., professor assistente da UNC Eshelman School of Pharmacy, em um comunicado de imprensa. No entanto, Lai e sua equipe descobriram que uma cepa dessa bactéria, a Lactobacillus crispatus, ajuda a criar uma barreira mucosa que combate o HIV e outras DST.

Os pesquisadores descobriram que o muco cérvico-vaginal que continha Lactobacillus crispatus e níveis mais elevados de ácido d-lático era muito eficaz na prevenção contra o vírus da AIDS.

Mas nem todo muco cérvico-vaginal é igual. Os investigadores também descobriram que o muco não bloqueava o HIV quando os níveis de ácido d-lático e Lactobacillus iners (outro tipo de lactobacilo) eram baixos. O mesmo ocorria quando havia quantidades significativas de Gardnerella vaginalis, uma bactéria associada à vaginose bacteriana (uma infecção vaginal causada por excesso de bactérias na vagina).

“Essas descobertas poderiam levar ao desenvolvimento de novas estratégias para proteger as mulheres contra o vírus da AIDS”, escreveram os pesquisadores em seu estudo.

Infelizmente há uma desvantagem: O corpo humano não pode produzir ácido d-lático, por isso não faria sentido tomar um suplemento ou comer algo especial para aumentar o nível desse composto no muco vaginal. Também não há maneira de conhecer a composição da flora vaginal sem submeter-se a um teste de laboratório como esse. Portanto, a prática do sexo seguro é definitivamente recomendável, ela não impedirá que ele seja prazeroso!"

 Fonte: Women’s Health

sábado, 28 de fevereiro de 2015

VOCÊ SABE O QUE É VULVODÍNIA?

O nome é estranho, mas ao contrário do que se pensa  a vulvodínia é algo muito comum. Estima-se que 15% das mulheres sofram deste distúrbio em algum momento da vida. A vulvodínia é uma disfunção sexual caracterizada por dor crônica na área da vulva com causa orgânica desconhecida. Não é causada por uma patologia visível (como infecção, deformidade, ferimento ou tumor), geralmente envolvendo dificuldades emocionais e cognitivas ou algum transtorno orgânico não identificado.

O incômodo quase sempre está relacionado à sensação de queimação ou dor durante a relação sexual ou no simples toque na região. A causa do problema é desconhecida, mas sabe-se que tarefas que provoquem pressão sobre a vulva, como andar de bicicleta, podem gerar dor.

A vulvodínia é classificada em dois tipos: localizada e generalizada. Dentro deles, ela pode ser espontânea, provocada ou mista. Os tipos mais comuns são a generalizada espontânea, quando a mulher sente queimação constante da vulva, e a vulvodínia localizada provocada, onde a dor e queimação se concentram em um só lugar e podem ser causadas pelo ato sexual, exame ginecológico, uso de roupas apertadas, de alguns sabonetes e cremes, entre outros desencadeadores.

A falta de informação sobre o assunto ainda é grande e, por isso, o transtorno nem sempre é reconhecido facilmente. Acredita-se que sua incidência seja maior do que a relatada e ambientes clínicos, já que muitas mulheres, e até mesmo médicos, têm dificuldade em reconhecê-lo.
Para prevenir:
  • Evite o uso de sabonetes, detergentes e produtos perfumados na região íntima;
  • Aumente a lubrificação para a relação sexual com o uso de óleo mineral ao invés de lubrificantes tradicionais;
  • Procure usar somente roupas íntimas de algodão e evite roupas apertadas na região da vulva.

No caso de sentir dor ou ardência na penetração, durante ou após a relação sexual ou mesmo em outras situações corriqueiras deve-se procurar um ginecologista, de preferência especializado em patologia vulvar.

Fonte: www.bolsamulher.com.br
           www.wikipedia.com.br





terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O QUE PODE REDUZIR A LIBIDO FEMININO?

Desejo e sexo são temas interessantes, mas muitas vezes são fonte de dúvidas e receios. E quando se trata  da libido feminina, temos a impressão de que estamos perdidos em meio a uma confusão de informações.
Muitas vezes as mulheres sentem que sua libido não é a mesma e nem ao menos sabem o "porquê" o que fazer para reverter a situação. Questões hormonais, psicológicas ou problemas do dia a dia interferem na qualidade da vida sexual das mulheres que consequentemente afeta sua vida pessoal e social. Veja alguns dos fatores que interferem na libido feminina:

ESTRESSE

O estresse figura entre uma dos maiores inibidores da libido. Quando o estresse toma conta mulher ela sente desconfortável e isso afasta o desejo.  A melhor forma de resolver isso seria  usar o sexo como uma forma de relaxamento. Nada de pressa, aproveite o momento. Esqueça um pouco os problemas, e deixe fluir o momento, faça com que o momento seja prazeroso. 


ANTICONCEPCIONAL


O uso de anticoncepcionais pode ser prejudicial para algumas mulheres. isso porque alguns tipos de pílulas são feitas com tipo de progesterona sintética chamada ciproterona. Esse tipo  hormônio interfere na produção de testosterona,  consequentemente reduzindo a libido.  Neste caso, o melhor a fazer  é conversar com seu médico sobre isso.


DEPRESSÃO


A depressão é uma das doenças que mais afeta a libido, tanto feminina quanto masculina. O próprio quadro faz com que a vontade de fazer sexo diminua. E ainda há a possibilidade de alguns medicamentos antidepressivos potencializarem a queda do desejo sexual. Também neste caso, a solução é conversar com seu médico, caso a questão a esteja incomodando demais, para que tentar outros medicamentos. 

AMAMENTAÇÃO

É muito comum a mulher ter uma queda na libido no início da maternidade,isso ocorre devido ao aumento da prolactina, que estimula a produção de leite materno. Mas não é preciso parar de amamentar por causa disso, afinal a amamentação é muito importante para a criança e também para a mulher, afinal lactantes têm menores chances de ter câncer de mama. 

MENOPAUSA

A menopausa sinaliza o fim do período fértil da mulher e os ovários entram em falência, produzindo menos hormônios, inclusive reduzindo a síntese de testosterona. Além disso, a queda dos hormônios femininos reduz a lubrificação, dificultando o sexo. Por isso, muitas vezes nem mesmo a reposição hormonal resolve o problema.

BAIXA AUTOESTIMA
Quando a mulher não se sente bem com seu corpo, certamente terá dificuldades com sua libido, já que o sexo envolve a exposição total do seu corpo. Se esse fator estiver impedindo você de ter uma vida sexual saudável você deve procurar uma psicoterapia para trabalhar sua autoestima.


EXCESSO DE ÁLCOOL

Cuidado com falsa ideia de que a bebida facilita o sexo. Na verdade o excesso dele pode reduzir a libido.O excesso de álcool compromete o metabolismo do indivíduo, causando muitas vezes sonolência comprometendo o desempenho sexual. Por isso, evite exagerar na bebida.  


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

VEJA COMO É PRÁTICO USAR SEU COLETOR MENSTRUAL

 A maioria das mulheres ficam com receio em usar o coletor menstrual seja  pela colocação (o que não justifica se você já utiliza uma absorvente interno) ou pelo "nojinho" de ter que lhe dar com seu próprio sangue (o que também não procede uma vez que o sangue não possui cheiro, ele só adquire aquele odor desagradável quando entra em contato com ar). Garantimos a qualidade dos nossos produtos, já que na fabricação do InCiclo utilizamos silicone medicinal (atóxico e translúcido) de altíssima qualidade. Não usamos nenhum tipo de corante, látex, gel, bisfenol, dioxina, cola, perfume, pesticidas e nem agentes branqueadores e é por isso que tantos ginecologistas e profissionais da área da saúde têm aprovado o copo menstrual InCiclo. Se você ainda tem dúvidas a respeito do coletor, veja como é fácil utilizar o InCiclo.

COMO USAR
Lave bem as mãos e higienize seu coletor. Procure uma posição confortável, na qual você se sinta relaxada. Pode ser em pé, agachada, sentada no vaso sanitário, etc. Dobre o InCiclo e segure.

Sugestões de dobras:

Com os músculos da vagina relaxados, separe os grandes lábios com a outra mão e insira o InCiclo, começando pela parte arredondada. Coloque-o na direção horizontal (na direção do ânus).

Continue, mesmo que o coletor desdobre-se antes de ser colocado totalmente. Insira-o até que ele fique completamente dentro da vagina (aproximadamente a 1 cm da entrada da vagina). Não se deve colocar muito alto como os absorventes internos que ficam atrás do colo do útero. O InCiclo, depois de colocado, fica em posição mais baixa que um absorvente interno, o que facilita a remoção sem sujeira.



Para verificar se o InCiclo abriu completamente, segure-o pela base perto da haste e gire o copo menstrual dando uma volta completa. Se isso acontecer facilmente, é porque está correto, caso contrário, retire-o e coloque-o novamente. Uma outra maneira de verificar é tentar alcançar, com o dedo indicador, perto da borda do InCiclo para verificar se não tem nenhuma parte amassada por toda a volta. Algumas mulheres preferem colocar o InCiclo quase aberto, ao invés de dobrá-lo. Dessa forma, terá certeza de que o copo está aberto.


InCiclo não vaza nem durante a noite, nem praticando esportes. Se ele está aberto e no lugar correto, estará vedando toda a passagem do fluxo.

Nos primeiros dias de uso, use um absorvente externo por precaução até você se sentir mais segura.

Se você tem o ciclo bem regulado poderá colocar o coletor antes mesmo de menstruar.

Se o InCiclo estiver incomodando ou vazar é porque não foi posicionado corretamente. Não coloque o InCiclo enquanto estiver deitada, prefira sempre as posições sentada ou em pé.


COMO RETIRAR

A retirada é simples e não faz sujeira.

Lave as mãos e, sentada no vaso sanitário, puxe o InCiclo pela haste até alcançar a base. Aperte levemente a base e vire-a um pouco de lado para facilitar a entrada de ar e evitar a formação de vácuo. O líquido não sairá do InCiclo durante a remoção e você não terá contato com o sangue. Esvazie no vaso sanitário, lave com água e sabão neutro e insira novamente. Esse processo deve ser feito de 2 a 3 vezes ao dia conforme o a intensidade do seu fluxo menstrual.

Você pode usá-lo durante toda a noite, mas deve respeitar o máximo de 12 horas. Com o tempo você vai perceber a frequência ideal que deve removê-lo. Não é necessário tirar o InCiclo para urinar ou evacuar.

Se você tiver que esvaziá-lo em banheiros públicos, basta tirar e limpar o InCiclo com papel higiênico, lenços umedecidos, ou leve consigo uma garrafinha com água. Na próxima troca, faça uma higiene com água e sabão. Se ocorrer de você colocar o InCiclo mais perto do colo do útero e ficar difícil de removê-lo, faça um pouco de força com os músculos vaginais e puxe o InCiclo pela haste.

Retire-o devagar, vire-o um pouco de lado para facilitar a entrada de ar e aperte um pouquinho para evitar a formação de vácuo. Agachada é uma posição que ajuda bastante, já que, assim, a vagina fica mais “curta”.

Tente relaxar, se você estiver nervosa, os músculos ficam tensos e a remoção pode ficar mais difícil. Procure esperar alguns minutos até estar tranquila para retirá-lo.

Após alguns dias de uso você fará esse processo em poucos segundos.


COMO LIMPAR

O silicone é um material de fácil higienização, além disso o InCiclo é transparente, o que facilita bastante a limpeza.

Lave o coletor menstrual com água e sabão neutro de 2 a 3 vezes ao dia. Enxague-o bem. Ao final de cada ciclo, recomenda-SE fervê-lo por 5 minutos. Não se deve usar panelas de alumíno, nem de teflon, pois elas soltam substâncias metálicas que podem danificar o silicone. 
Para armazená-lo, seque bem e coloque no saquinho que vem na embalagem do InCiclo. Não guarde em embalagens plásticas.


Você pode higienizá-lo no microondas usando aqueles recipientes para esterilizar chupetas e mamadeiras no vapor.

Também é possível utilizar um recipiente próprio para microondas em tamanho suficiente para coloca água até cobrir completamente o copo menstrual e ainda assim não passar de ¾ da capacidade do pote. Conte de 2 a 3 minutos após o inicio da fervura. Normalmente demora 1 minuto para começar a ferver.Fique atenta para não passar do tempo.

Não use vinagre, desinfetante, sabão de máquina de lavar louça, álcool e etc. Estes produtos podem danificar o silicone além de aumentar o risco de irritação.

domingo, 12 de outubro de 2014

COLETOR MENSTRUAL: SAUDÁVEL, CONFORTÁVEL E ECONÔMICO


Coletor menstrual é um dispositivo de barreira, desenvolvido para coletar o fluxo menstrual internamente. Ao contrário dos absorventes externos ou internos (tampões), coleta o fluxo ao invés de absorvê-lo.O mais comum é um "copinho" ou uma "tacinha" feita em silicone cirúrgico, é reutilizável e possui vida útil estimada entre 5 e 10 anos. No Brasil, o coletor menstrual InCiclo tem caído no gosto das brasileiras.

Existe um modelo menos comum, feito em polietileno e de forma similar ao diafragma. Este último modelo é descartável e é encontrado apenas na marca Instead. Por ser bastante flexível e macio, o modelo descartável pode ser usado durante o sexo (embora não seja um contraceptivo e não deva ser usado como um). Os modelos reutilizáveis em forma de taça devem ser removidos antes do ato sexual. Como funciona?

O coletor menstrual funciona seguindo a lei da gravidade - o que cai, fica coletado. A lubrificação natural da vagina não é absorvida.

Veja alguns bons motivos para usar o coletor menstrual:


CONFORTÁVEL

O copinho é feito de silicone macio e flexível. O coletor não causa sensação de peso e não incomoda ao urinar. Você não o sentirá quando estiver usando e, além disso, não terá contato com o sangue na hora de higienizar.Com o coletor menstrual você pode nadar, fazer escalada, dançar, correr, mergulhar, fazer esportes radicais, yoga e etc

ECONÔMICO


Você não precisa gastar dinheiro todo mês só porque está menstruada! Em média, as mulheres gastam quase R$ 9.000,00 em absorventes descartáveis. O copo menstrual é reutilizável e se você usá-lo por 5 ciclos já estará economizando.

Você gasta aproximadamente R$ 210,64 por ano. Ou seja, usando o coletor menstrual você estará economizando R$ 135,64 logo no primeiro ano!

O silicone é muito durável. A validade do produto depende de diversos fatores tais como: frequência e modo de higienização, pH vaginal e produtos de limpeza que são utilizados. O recomendado é que você troque-o a cada 2 ou 3 anos.

SAUDÁVEL

Feito de silicone hipoalergênico, o copo menstrual não resseca a vagina. Os absorventes internos são feitos de algodão e mais 12 substâncias químicas e ressecam a flora (35% do que é absorvido é umidade do corpo e não sangue menstrual).

O coletor menstrual também é ideal para mulheres que costumam ficar com a pele irritada e tem alergia aos absorventes por causa do contato direto com a pele. Além disso, como não há proliferação de bactérias enquanto o sangue não entra em contato com o ar, não sentimos odor desagradável.

O silicone é composto praticamente de silício, que é encontrado na forma natural na areia, no quartzo e nas rochas. O silício é, depois do oxigênio, o elemento mais comum na Terra e após combinado com oxigênio, carbono e hidrogênio transforma-se em silicone. Dependendo da disposição das moléculas, os silicones adotam formas distintas: óleo, gel ou sólido.

O silicone é um material inerte que vem sendo amplamente usado por não causar reações no corpo, são biocompatíveis e de fácil higienização. Há mais de 50 anos esse material vem sendo pesquisado e aprovado para procedimentos médicos.

Na fabricação do copo menstrual, o silicone começa no estado líquido e depois as partículas são condensadas no processo de vulcanização que acontece em temperaturas altíssimas. Não há possibilidade de nenhuma substância se desprender do coletor e passar para o corpo.

Segundo a médica ginecologista da Clinica Tobias, em São Paulo, Dra. Catia Chuba, “há baixo risco de infecções no uso dos copos menstruais, diferentemente dos tampões vaginais, não há relatos da ocorrência de Síndrome do Choque Tóxico”.

“Por ser de silicone médico, um material inerte, não funciona como um meio de cultura para bactérias, como podem ser os absorventes internos, e não irrita a pele como os externos” diz a ginecologista Dra. Andrea Campos.

A grande parte da produção de lixo mundial provém de absorventes femininos. Só na América do Norte, 19 bilhões de absorventes são descartados anualmente (dados de 1998).


ECOLÓGICO

O processo de produção dos absorventes envolve, entre outros componentes, transformar celulose de madeira florestal em fibras macias através de processos químicos, além disso levam centenas de anos para se decompor.

Uma outra substância contida nos absorventes é a dioxina, um componente listado como um dos mais tóxicos de todos os produtos químicos ligados ao câncer pela Environmental Protection Agency dos Estados Unidos.

Veja a matemática da menstruação: durante a vida fértil, que gira em torno de 40 anos, ou seja, 520 ciclos, você utiliza ao menos 10.000 absorventes que são transformados em puro lixo. O coletor menstrual pode ser utilizado por vários anos.


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sábado, 11 de outubro de 2014

CÂNCER DE MAMA: SEXUALIDADE E SENSUALIDADE

Durante o tratamento do câncer de mama é comum algumas algumas pessoas terem sentimentos que vão afetar a sua auto estima e interferir na sua libido. Por isso reconhecer esses sinais e entender que estes transtornos podem afetar são causados por situações físicas é fundamental para se possa levar uma vida sexual saudável.

O câncer de mama pode gerar uma série de sentimentos, diversos altos e baixos. Isso tudo é normal – o ser humano é cheio de emoções e a presença do câncer de mama pode maximizar esse aspecto. Entenda que alguns dias serão melhores que outras, mas não permita que o mal estar se persista. O importante é que você não se desespere em meio aos sentimentos que experimenta. Se você perceber algum sinal de depressão, como tristeza profunda, falta de sono e apetite, insegurança e desânimo, converse com seu oncologista sobre o assunto. 

Outro fator que mexe muito com as pacientes em tratamento é a queda de cabelos e a mastectomia. Esses pontos são os que mais podem afetar a autoestima da paciente. O ideal é não se render a esses sentimentos e procurar saídas para esses incômodos, que são pequenos perto da qualidade de vida e da

  • Fale com seu parceiro ou parceira: converse sobre a diminuição da libido para que a pessoa não se sinta rejeitada e confusa com seu possível desinteresse sexual. A comunicação aberta poderá ajudar a buscar maneiras criativas de despertas a sua libido. 
  • Fale com seu oncologista: seu médico pode prescrever medicamentos para combater os efeitos colaterais do tratamento, motivos que levam ao desinteresse sexual. 
  • Fale com um psicólogo: o profissional pode ajudar identificando e tratando os obstáculos emocionais que colaboram com o desinteresse sexual.
Fonte: www.minhavida.com.br

domingo, 5 de outubro de 2014

OS MITOS DO CÂNCER DE MAMA

Todos sabem da mobilização mundial contra o câncer de mama no mês de outubro. Por isso, durante todo esse mês, nosso blog está fornecendo várias informações sobre doença. Sabemos que no Brasil, o câncer de mama é uma das variações do câncer que mais atinge as mulheres e muitas vezes levando ao óbito. Por isso é importante saber prevenir ou diagnosticar a doença no seu estágio inicial, pois quanto mais cedo começar o tratamento maiores são as chances de cura.
Devido ao grande número de casos e falta de informação de muitas vezes, surgiram vários mitos em torno da doença. Veja alguns deles e aprenda como se prevenir corretamente:


MITO 1: O CÂNCER DE MAMA SEMPRE APARECE COM UM CAROÇO

Existem duas formas principais de aparecimento do câncer de mama. "A primeira delas é o nódulo ou caroço, como é popularmente conhecido", afirma o mastologista Eduardo Millen, diretor da Sociedade Brasileira de Mastologia. A outra forma mais comum é a microcalcificação. "Neste caso, apenas a mamografia consegue fazer o diagnóstico precoce, quando ele tem, no mínimo, 1 milímetro", aponta. Em torno de 1,5 e 2 centímetros, essa calcificação já consegue ser identificada pelo exame clínico feito por um bom mastologista. Há casos menos comuns ainda em que ocorre uma secreção sanguinolenta pelo mamilo de forma espontânea ou descamação da auréola e do mamilo.


MITO 2: TODO CAROÇO NA MAMA É UM CÂNCER

Nem todo caroço na mama é um câncer. "Na verdade, a maioria dos nódulos que surgem são benignos", afirma o mastologista Silvio Bromberg, do Hospital Albert Einstein. Geralmente, eles são fibroadenomas ou proliferações das células da glândula mamária. Existem ainda os falsos nódulos ou cistos. Neste caso, o potencial de malignidade é nulo, já que o caroço não é nem mesmo sólido.
De qualquer maneira, qualquer paciente que identificar um caroço no seio deve procurar um mastologista, independente da idade. Mesmo um nódulo benigno pode exigir acompanhamento médico para que não cresça ou se torne maligno.

MITO 3: ANTITRANSPIRANTE E DESODORANTES FAVORECEM O APARECIMENTO DE CÂNCER DE MAMA

"Não há qualquer relação entre o uso de antitranspirantes ou desodorante e o câncer de mama", afirma a mastologista Maria do Socorro Maciel, diretora de mastologia do Hospital A. C. Camargo. Nenhum estudo comprovou que o uso, seja de produtos roll on, spray ou aerosol, favoreça o desenvolvimento da doença.

MITO 4: APENAS MULHERES COM HISTÓRICO DE CÂNCER DE MAMA NA FAMÍLIA PODEM TER A DOENÇA 

"Qualquer pessoa em qualquer idade pode desenvolver um câncer de mama, independente do sexo, da cor ou do histórico familiar", afirma o mastologista Eduardo. Ele aponta, entretanto, que alguns pacientes apresentam um risco maior de ter a doença do que outras. Elas se enquadram nos chamados 'grupos de risco'.

O primeiro grupo de risco é o daqueles que têm dois ou mais parentes que tiveram câncer de mama ou de ovário antes da menopausa, no caso das mulheres. O segundo se refere aos grupos que apresentaram mutações genéticas diretamente ligados ao câncer de mama. O terceiro grupo inclui pacientes que receberam tratamento contra o câncer com radioterapia no tórax antes dos 25 anos. "Depois dessa idade, o DNA não sofre mutações que podem favorecer o câncer de mama", diz o especialista.
Quem pertence a um desses grupos deve começar a fazer exames de mamografia a partir dos 25 anos, aproximadamente. As demais pessoas devem começar a prevenção com a mamografia a partir dos 40 ou 50 anos.

MITO 5: A BIÓPSIA DO CÂNCER DE MAMA PODE CAUSAR  PODE METÁSTASE 

"A metáfase pode acontecer quando o câncer apresenta células capazes de se deslocar e implantar em outras partes do corpo, o que independe da realização ou não de uma biópsia", afirma a mastologista Maria do Socorro.

MITO 6: SUTIÃ APERTADO PODE CAUSAR CÂNCER DE MAMA

Com ou sem aro, com ou sem bojo, com alças largas ou finas, não importa. "O sutiã não favorece o desenvolvimento do câncer de mama", afirma o mastologista Eduardo. Nenhum estudo foi capaz de provar ação de causa e efeito.


MITO 7: AUTOEXAME DISPENSA A MAMOGRAFIA 

O autoexame das mamas caiu por terra. "Nenhum estudo conseguiu provar que ele diminui a mortalidade por câncer de mama", afirma o especialista Silvio. Por isso, nada dispensa consultas com mastologistas ou exames de mamografia. De qualquer forma, o toque durante o banho ou em outro momento mais calmo ajuda a identificar lesões ou nódulos. Quando isso acontece, a primeira medida é procurar um médico para uma avaliação mais detalhada.

MITO 8: MULHERES COM SEIOS PEQUENOS NÃO TEM CÂNCER DE MAMA 

"A chance de uma mulher desenvolver câncer de mama não está relacionada ao tamanho dos seios", afirma o mastologista Eduardo. Verdadeiros fatores de risco são a obesidade, a hereditariedade e o cultivo de maus hábitos, como fumar.


MITO 9: PRÓTESES DE SILICONE FAVORECEM  O DESENVOLVIMENTO DO CÂNCER DE MAMA

"Próteses de silicone não aumentam o risco de desenvolver o câncer de mama", diz o especialista Silvio. Antes de fazer o implante, entretanto, recomenda-se realizar uma consulta com um mastologista para ter certeza de que não há qualquer nódulo nas mamas.


MITO 10: PRÓTESES DE SILICONE ATRAPALHAM O DIAGNÓSTICO DO CÂNCER DE MAMA, PIORANDO O TRATAMENTO

Em maio de 2013, o periódico científico British Medical Journal publicou um estudo realizado na Universidade Laval, no Canadá, que sugere que a colocação de próteses de silicone dificulta o diagnóstico precoce do câncer de mama. Os pesquisadores apontam que os implantes podem dificultar a visualização do tecido mamário através de exames de imagem, como a mamografia e a ultrassonografia.

No entanto, não há consenso científico quanto às limitações dos exames de imagem em pacientes que possuem próteses de silicone nas mamas. É preciso que mais estudos sejam realizados para que haja uma resolução definitiva. Por hora, é recomendado apenas que pacientes com alto risco para o desenvolvimento do câncer de mama como as que têm casos próximos da doença na família evitem a colocação das próteses.


Todas as informações foram retiradas do site Minha Vida (http://www.minhavida.com.br)

sábado, 4 de outubro de 2014

PREVENINDO O CÂNCER DE MAMA - O QUE EU POSSO FAZER?

A maior chance de cura é por meio do diagnóstico precoce. Um câncer de mama diagnosticado no estadio 0 ou 1 chega a ter mais 90% de chance de cura. Já um câncer de mama no estadio 3 ou 4 tem de 30 a 40% de chance de cura total. Mas isso não é motivo para desistir ou achar que o seu caso não tem cura – com o tratamento adequado e força de vontade, todo o obstáculo é transpassado. Mesmo cânceres em estadios mais avançados podem responder bem ao tratamento, podendo ser operados e retirados completamente. Por isso é importante conversar com seu médico e sempre buscar novas formas de lidar com o câncer de mama. E todos nós sabemos que a prevenção é o melhor caminho. Por isso, fique atenta e veja o que você pode fazer para prevenir o câncer de mama:

Exercícios

Um estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute apontou que adolescentes praticantes de exercícios físicos intensos diminuem as chances de sofrer de câncer de mama na fase adulta em até 23%. Nessa análise, a prática de atividade física deveria começar por volta dos 12 anos e durar por pelo menos dez anos para que a proteção contra a doença seja notada. Os exercícios são capazes de reduzir os níveis de estrógeno, hormônio relacionado ao risco de câncer. A prática de exercícios também diminui o estresse e ajuda no controle do peso, fatores que também influenciam no desenvolvimento de câncer de mama.

Amamentação

Mulheres que amamentam os seus filhos por, pelo menos, seis meses, têm 5% menos chances de desenvolver câncer de mama. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, da sua corrente sanguínea.

Dieta balanceada

Manter uma dieta adequada ajuda no controle do peso, na prevenção de doenças crônicas e melhora a saúde como um todo. Além disso, um corpo saudável trabalha melhor, prevenindo o surgimento de tumores. Mulheres que consomem vegetais com frequência têm até 45% menos chances de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo realizado pela Boston University. Alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças verdes são ricos em glucosinolatos, que são aminoácidos com um papel importante na prevenção e tratamento de câncer de mama.

Estresse

Mulheres que vivem uma rotina muito agitada e estressante têm quase o dobro de chances de desenvolver câncer de mama, quando relacionada a outros fatores de risco. Técnicas de respiração, meditação e relaxamento, praticadas em Tai Chi e ioga, ajudam a controlar o estresse e a ansiedade.

Álcool

O consumo de apenas 14 gramas de álcool por dia pode aumentar as chances de câncer de mama em 30%. O mecanismo de ação pelo qual o consumo de álcool aumenta o risco de câncer de mama ainda permanece desconhecido, mas sabemos que ele influencia as vias de sinalização do estrógeno.

Controle do peso

Ao atingir a menopausa, mulheres com sobrepeso ou obesidade correm mais risco de desenvolver câncer de mama. E mais: o excesso de peso ainda aumenta as chances do câncer ser mais agressivo.

Faça a mamografia

A maioria das mulheres devem começar a fazer mamografias anualmente após os 50 anos, mas, para quem tem histórico familiar de câncer de mama, o exame deve começar 10 antes do caso mais precoce na família. Assim se um parente próximo teve câncer de mama aos 40, é preciso começar a fazer mamografias anualmente a partir dos 30 anos. Fazer a mamografia anualmente em idade adequada pode reduzir a morte por câncer de mama em até 30%, segundo um estudo publicado na revista Radiology.

Parte deste texto foi extraído de www.minhavida.com.br


A Vícios do Prazer também participa da campanha Outubro Rosa.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

CÂNCER DE MAMA - INFORMAÇÕES

Mamas são glândulas cuja principal função é a produção do leite, que se forma nos lóbulos e é conduzido até os mamilos por pequenos canais chamados ductos. Quando as células da mama passam a dividir-se de forma desordenada, um tumor maligno pode instalar-se principalmente nos ductos e mais raramente nos lóbulos.

Câncer de mama é uma doença que acomete mais as mulheres. São fatores de risco a idade avançada, a exposição prolongada aos hormônios femininos, o excesso de peso e a história familiar ou de mutação genética. Ser portadora dos genes BRCA1 e BRCA2 é um fator de risco importante.

Estão também mais propensas a desenvolver a doença por causa da longa exposição aos hormônios femininos, as mulheres que não tiveram filhos ou tiveram o primeiro filho após os 35 anos, não amamentaram, fizeram uso de reposição hormonal (principalmente com estrogênio e progesterona associados), menstruaram muito
cedo (antes dos 12 anos) e entraram mais tarde na menopausa (acima dos 50 anos). No entanto, há casos de mulheres que desenvolvem a doença sem apresentar fatores de risco identificáveis.

Sintomas

Em geral, o primeiro sinal da doença costuma ser a presença de um nódulo único, não doloroso e endurecido na mama. Outros sintomas, porém, devem ser considerados, como a deformidade e/ou aumento da mama, a retração da pele ou do mamilo, os gânglios axilares aumentados, vermelhidão, edema, dor e a presença de líquido nos mamilos.

Diagnóstico

A mamografia (raios-X das mamas) é o exame mais indicado para detectar precocemente a presença de nódulos nas mamas. O exame clínico e outros exames de imagem e laboratoriais também auxiliam a estabelecer o diagnóstico de certeza.

Apesar de a maioria dos nódulos de mama ter características benignas, para afastar qualquer erro de diagnóstico, deve ser solicitada uma biópsia para definir se a lesão é maligna ou não e seu estadiamento (análise das características e da extensão do tumor).

Tratamento

As formas de tratamento variam conforme o tipo e o estadiamento do câncer. Os mais indicados são: quimioterapia (uso de medicamentos para matar as células malignas), radioterapia (radiação), hormonoterapia (medicação que bloqueia a ação dos hormônios femininos) e cirurgia, que pode incluir a remoção do tumor ou mastectomia (retirada completa da mama).

O tratamento pode, ainda, incluir a combinação de dois ou mais recursos terapêuticos.

Recomendações

* Faça o autoexame das mamas mensalmente, de preferência no 7º ou 8º dias após o início da menstruação, se você é mulher e tem mais de 20 anos, pois cerca de 90% dos tumores são detectados pela própria paciente;

* Procure o médico para submeter-se ao exame das mamas a cada 2 ou 3 anos, se está entre 20 e 40 anos; acima dos 40 anos, realize o exame anualmente;

* Não se esqueça de que a mamografia deve ser realizada todos os anos;

* Atenção: embora menos comum, o câncer de mama também pode atingir os homens. Portanto, especialmente depois dos 50 anos, eles não podem desconsiderar sinais da doença como nódulo não doloroso abaixo da aréola, retração de tecidos, ulceração e presença de líquido nos mamilos.

Fonte: http://drauziovarella.com.br/


A Boutique Sensual Vícios do Prazer também participa da campanha Outubro Rosa.


quinta-feira, 2 de outubro de 2014

OUTUBRO ROSA - QUANDO E COMO SURGIU

No mês de outubro, várias entidades, empresas e pessoas aderem ao movimento mundial conhecido como: "Outubro Rosa". O principal objetivo dessa campanha é conscientizar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer mama. Mas você sabe como e quando surgiu? Conheça um pouco da história de uma das campanhas de saúde de maior alcance mundial.

"O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). 

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente."

Fonte: http://www.outubrorosa.org.br/




A Boutique Sensual Vícios do Prazer também participa da campanha Outubro Rosa.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

VOCÊ SABE O QUE É FLATULÊNCIA VAGINAL


Flatos vaginais, gases vaginais, ou ainda garrulitas vulvae (do grego garrulitas: gorjeio, loquacidade, tagarelice),é o nome dado aos gases expulsos da vagina, geralmente, durante o ato sexual, que fazem os pequenos e grandes lábios vibrarem. Semelhantes ao "pum", geralmente não possui odor, mas causam um certo constrangimento entre os parceiros. 

A vagina é um órgão que tem ligação com o meio externo, logo é muito comum que o ar entre dentro dela. Algumas posições sexuais podem facilitar as entradas de ar na vagina, facilitando assim a ocorrência dos flatos. Geralmente, posições em que o pênis pode constantemente sair totalmente da vagina causam mais este problema, como a posição de quatro e a posição em que a mulher fica por cima do homem. 

Isso também pode ser causado por uma flacidez na musculatura da vagina, mas também pode ser uma entrada de ar comum. Neste caso, é possível treinar a musculatura da vagina com o pompoarismo, por exemplo, evitando que o problema se repita. 

Fonte: www.wikipedia. com
          www.minhavida.com.br
          

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

EXERCÍCIOS DE KEGEL PARA MULHERES


Os exercícios de Kegel, como são conhecidos no Brasil, foram descritos pelo Dr. Arnold Kegel na década de 40. Embora o Dr. Arnold Kegel tenha aperfeiçoado estes exercícios, a sua prática já era conhecida dos Taoístas da China antiga. Estes desenvolveram os exercícios com vista a melhorar a saúde, a longevidade, a gratificação sexual e o desenvolvimento espiritual.

Os exercícios de Kegel servem para combater a perda involuntária de urina, tanto no homem quanto na mulher porque tonificam e fortalecem o músculo chamado Pubiococcígeo, localizado no assoalho pélvico.

Outros benefícios dos exercícios de Kegel são melhora do contato íntimo porque ele aumenta a consciência corporal e a circulação sanguínea, e o combate ao vaginismo, que ocorre quando a mulher contrai os músculos da vagina involuntariamente, impedindo a penetração.

Os exercícios de Kegel na gravidez servem para prevenir ou combater problemas como incontinência urinária, que são muito frequentes neste período devido ao crescimento do útero e do estiramento do períneo durante a fase de dilatação do parto normal, sendo também úteis para facilitar a saída do bebê durante o parto normal.

Para fazer os exercício de Kegel corretamente, primeiro deve-se esvaziar a bexiga. O exercício consiste em realizar uma pequena contração do Pubococcígeo e para identificar qual é este músculo é aconselhado tentar interromper o jato de xixi enquanto urina. Quando terminar de urinar certifique-se que sabe contrair o músculo corretamente, a sensação deve ser semelhante a de tentar sugar algo pela vagina. Você pode aproveitar qualquer momento do dia, mas sempre quando a bexiga estiver vazia. Caso contrário, causaria uma infecção urinária, principalmente se você tiver propensão a tê-las. Portanto, uma boa recomendação é fazê-los logo após ter ido ao banheiro.

Você pode se exercitar três vezes ao dia: manhã, tarde e noite, em um momento em que possa concentrar-se na tarefa e estar relaxada. Caso não tenha muito tempo livre, aproveite os momentos em que você está parada, por exemplo, em um transporte público , na fila de um banco, em frente ao computador, etc. Você pode fazer esses exercícios de pé, deitada de costas ou mesmo de cócoras.
  • Contraia os músculos durante 5 segundos e, em seguida, relaxe-os pelo mesmo tempo. Repita 10 vezes. Aumente de forma progressiva o tempo que mantém os músculos do assoalho pélvico contraídos e relaxados, até chegar a 10 segundos.
  • Faça contrações o mais rápido que possa dos músculos do assoalho pélvico, partindo de 10 repetições. Com o passar do tempo, tente chegar às 30 repetições cada vez que fizer as contrações rápidas.
Estes exercícios não levarão muito tempo nem exigirão muito esforço. O importante é que seja constante e que os mantenha no tempo, para que possa desfrutar de seus benefícios. Com o passar dos anos, você verá como ajudaram a prevenir a incontinência urinária que acomete muitas mulheres na idade madura. Quanto mais você dominar os músculos do assoalho pélvico, mais isso ira repercutir na sua vida diária, desde a melhora das relações sexuais até a melhora da função urinária.

domingo, 6 de julho de 2014

VOCÊ SABE O QUE É CORRIMENTO VAGINAL?


O corrimento vaginal se refere às secreções da vagina. O corrimento vaginal pode variar em:
  • Consistência (espesso, pastoso, ralo)
  • Cor (límpido, turvo, branco, amarelo, verde)
  • Odor (normal, inodoro, mau cheiro)


E as seguintes situações podem aumentar o volume de corrimento vaginal normal:
  • Estresse emocional
  • Ovulação (a produção e liberação de um óvulo do ovário na metade do ciclo menstrual)
  • Gravidez
  • Excitação sexual
Ter uma determinada quantidade de corrimento vaginal é normal, principalmente se você estiver em idade fértil. As glândulas do colo do útero produzem um muco transparente. Essas secreções podem se tornar brancas ou amarelas quando expostas ao ar. Elas são variações normais.

A quantidade de corrimento vaginal produzida pelas glândulas do colo uterino varia durante o ciclo menstrual. Isso é normal e depende da quantidade de estrogênio em circulação no corpo. Também é normal que as paredes da vagina liberem algumas secreções. A quantidade depende dos níveis de hormônio no corpo.

O corrimento vaginal que muda de repente de cor, cheiro ou consistência, ou que aumenta ou diminui de volume de forma significativa, pode indicar um problema subjacente, como uma infecção.

O tratamento depende da doença subjacente. Supositórios, pomadas ou antibióticos podem ser receitados. Podem ser necessários medicamentos por via oral para tratar determinadas infecções por fungos ou tricomoníase. Seu parceiro sexual também pode necessitar tratamento.

Veja alguns cuidados que você deve ter para prevenir e tratar o corrimento vaginal.

Mantenha a área genital limpa e seca.
  • Não use ducha vaginal. Embora muitas mulheres se sintam mais limpas ao utilizar a ducha vaginal após a menstruação ou após relações sexuais, ela pode até piorar o corrimento vaginal, pois remove a camada bacteriana saudável que protege a vagina de infecções. Pode também causar infecções no útero e nas tubas uterinas e nunca é recomendável.
  • Consuma iogurte probiótico ou use tabletes de Lactobacillus acidophilus quando estiver sob o uso de antibióticos para prevenir a candidíase.
  • Use preservativos para evitar se contaminar ou disseminar doenças sexualmente transmissíveis.
  • Evite usar talco, perfumes ou sprays de higiene feminina na área genital.
  • Evite vestir calças ou shorts muito apertados, que podem causar irritações.
  • Use roupas íntimas de algodão ou meias-calças com forro de algodão. Evite roupas íntimas feitas de seda ou nylon, pois esses materiais não são muito absorventes e restringem a passagem de ar. Isso leva ao aumento de suor na região genital, provocando uma irritação e corrimento vaginal
  • Prefira absorventes externos aos internos.
  • Se for diabética, mantenha sua glicemia controlada.


terça-feira, 27 de agosto de 2013

SAÚDE ÍNTIMA FEMININA - CUIDAR-SE É FUNDAMENTAL


A quantas anda sua saúde íntima? Você sabe quais exames deve fazer anualmente? Há quanto tempo você não realiza um check up completo?

Essas são questões que muitas vezes não conseguimos responder, seja pela correria do dia a dia, seja pela falta de informação ou até mesmo por comodidade. A verdade é que a saúde feminina precisa de cuidados especiais e deve-se fazer pelo menos uma visita anual ao ginecologista.

Segundo dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer), são apresentados, por ano, cerca de 20 mil mulheres que possuem algum tipo de câncer, sendo que o câncer de colo de útero é a segunda doença maligna mais frequente entre as mulheres ficando atrás somente do câncer de mama.

É por isso que resolvemos publicar aqui o nome dos 9 exames que a mulher deve fazer pelo menos uma vez por ano para manter sua saúde em dia.

1º EXAME GINECOLÓGICO

Deve ser feito antes da primeira relação sexual. Após o início da vida sexual deve-se fazer o papanicolau para verificar possíveis infecções que podem afetar o colo do útero.

2º MAMOGRAFIA

O exame ajuda a identificar possíveis nódulos nos seios que possam indicar um câncer. A primeira avaliação deve ser feita aos 35 anos, depois disso é necessário que a mamografia seja realizada uma vez por ano. Se a mulher tiver  histórico de doença na família, o exame deve ser realizado mais precocemente. É um exame um pouco doloroso, em especial para mulheres com mamas muito pequenas.

3º ULTRASSOM TRANSVAGINAL

Detecta doenças como cistos no ovário, endometriose, miomas e até tumores. Caso surja algum indício dessas enfermidades, o exame pode ser solicitado pelo médico. O ultrassom transvaginal passa a ser praticamente obrigatório após a menopausa. Não é um exame doloroso e só realizado para mulheres que tenham relação sexual. 

4º DENSITOMETRIA ÓSSEA

Ajuda a verificar qual a densidade dos ossos. Pode identificar e prevenir a osteoporose. Deve ser realizado com regularidade para mulheres com fortes fatores de risco para a doença ou para aquelas que estão na menopausa e não realizam reposição hormonal.

5º COLPOSCOPIA

Detecta ferimentos que possam estar na vagina, na vulva ou no colo do útero. É bom fazer esse exame quando se inicia a vida sexual, porém muitas vezes só é indicado quando houver alterações no papanicolau. Exame desconfortável, mas não doloroso. Deve ser realizado em mulheres sexualmente ativas anualmente.

6º ULTRASSOM MAMÁRIA

É ideal para identificar cistos e até câncer de mama. Se a mulher sente muita dor, é importante fazer o ultrassom para saber a causa. Pode ser realizado na suspeita clínica de alguma doença ou como complemento a mamografia.

7º  HEMOGRAMA

Através desse exame você fica sabendo se o corpo está funcionando perfeitamente. Ele identifica inflamações, infecções e anemias.

8º SOROLOGIA

Este exame ajuda a detectar doenças provocadas por microrganismo, como hepatite, sífilis, HIV. Existem pessoas que possuem algumas dessas doenças sexualmente transmissíveis e não sabem, por isso é importante fazer o teste sempre que possível.

9º UROCULTURA

Seis em cada 10 mulheres sofrem de infecção urinária. Se você estiver com dificuldades para urinar, ardência e incômodos, faça o exame.

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